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Tenho que me explicar sempre?
Eu tava aqui na Saraiva fazendo mais uma compra-pegadinha, eu nem tava mal de sentimento não, é que eu queria ver quanto tava o livro que eu preciso ter pra ser feliz, realizada, magra e com espírito reluzente.
Ei-los
E aí você pequena leitora que lê o blog com um copinho de café na mão me pergunta “O que essa doida que nem sabe quanto tempo precisa pra cozinhar um ovo quer esses livros de culinária?”
Ao que eu respondo “E as figuras mana?”
Égua, me deixem em paz…
“Amor, eu quero…porque eu quero, você sabe que eu “amuele”, não amor do tipo tesão, só amor mesmo sabe? E ele cozinha tão rápido e estabanado..e”
“Sei”
“Ele ensina até a plantar uma horta em casa”
“Sei”
“Tá, agora vai lá esquentar meu jantar?”
“Ahhh, é pra isso que tu queres livro de culinária ne? Pra enfeitar o teu armário, mas na hora do fogão entrar em cena, vai o Galeno, isso tu conta no blog hein?”
Aff, esses homens hoje em dia reclamam de tudo. Mimata!
P.S – Tenho fantasias “não-sexuais” de que ele vai alugar a casa ao lado da minha e vai me pedir uma xícara de açucar mascavo, aliás, nem tem isso aqui em casa, vai que ele me pede…que falha!
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Resultado da Promó da Clarinha
E com vocês o vídeo com o sorteio da Promoção Um Real por Um Sonho.
Considerações:
- Obrigada as meninas que participaram
- Quem não ganhou me manda email que vai receber um negocinho de consolo
- Eu não apareci porque ainda tava de camisola (sou drogada, não esqueçam)
- Lorenzo ficou dançando no começo (ele não cheirou cola)
- Parabens a ganhadora
- Editado: Lorenzo se assistiu e disse “ègua, eu falei igual uma menina? Ah, não gostei”
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Lu Brasil de rua
Agora sim (respira fundo!)
Bom diaaa!
Ontem eu passei o dia bolando umas coisas aqui, e aí eu descobri quão legal é colar coisas com cola de contato pra artesanato.
Colagem vai…colagem vem, eu tava super feliz que eu tinha feito essa descoberta e tudo grudava a velocidade da luz.
Eu tava feliz que eu podia ficar fazendo isso em casa
Eu tava feliz por uma vizinha que teve um parto domiciliar ontem a tarde a 3 casas da minha
Eu tava feliz, feliz, feliz…
Aí de noite me deu uma dozona de cabeça, enjôo, vomitei.
Garayos me mordam! O que está havendo?
Até que marido abriu meu zóios latejante. Gente eu não tava feliz, eu tava doidona. Uhuuu!
A cola de contato é o mesmo que cola de sapateiro, só que de bisnaga, eu fiquei horas usando, dentro do romiófici, tudo fechado e ar condicionado ligado. Praticamente uma menina de rua, só que um menino de rua no escritório.
“Eu vou ficaaaar, ficar com certeza, maluco belezaaaa”
Ai, não posso balançar muito a cabeça que ainda dói. Vou ali tomar leitim e já volto. Me espera ta?
Tia, tem um trocado?
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Pontinhos
Este post é especial, pra Thienny, o blog dela disponibiliza gráficos em ponto cruz.
Aí no domingo a noite eu me escorei na porta do quarto dos meninos, na esperança de o grunhido do Enrico se transformar novamente em sono profundo (ô derrota!) e fiquei olhando o quadrinho que eu fiz quando eu tava grávida do Lorenzo. Lembrei do blog dela na hora e pensei “Preciso postar sobre isso”.
Foi especial. Lembro que ao final eu já morria de dor nas costas, foi duro ficar fazendo. Acabei num dia e só deu tempo de lavar, engomar e colar as letras em EVA, já que nem pensar em bordar, só se eu mudasse nome dele pra sei lá “Igor”, ou “Téo” . E entrei em TP logo depois, Lorenzete nasceu de 35 semanas, e como apressado come crú, ficou sem plaquinha na porta. Aí logo depois do parto o Ga correu lá em casa, pegou o paninho e de surpresa levou pra por a moldura, e quando eu saí pra dar a minha primeira voltinha pos-cesárea (ugh) pelo corredor, mesmo com toda dor e as complicações que tive após o parto, abri um sorrisão emocionada pela surpresa que ele tinha feito.
Sempre digo, comprar teria sido legal, o enfeite era simplinho, mas eu teria história pra contar se eu mesma não tivesse feito?
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Galeno em crise
Aqui no conds eu e Galeno tamos “três palmos abaixo de ninguém”. Não entendeu? Sabe o ninguém? Pois, é conta 3 palmos pra baixo na tabela e lá tá nois, magros altos e loiros. Pensando bem, o Ga tá em 3 e eu em 4, já que a Denise, amiga virtu-real veio me visitar de surpresa, não sabia meu endereço e na portaria deu o nome dele, já que eu…bem, ninguém sabe… ninguém viu.
Se a gente tá no clube, lá vem uma família e “Olha, o Lorenzo, filho, vai lá!”. No Play “Mãe esse aqui é o Lorenzo meu amigo”. Onde quer que seja, sempre ele, e nós somos “apenas” os pais. Sábado eu passeava com os dois, ele começou a conversar com uma menina, eu continuei a empurrar o carro do Rico, na volta encontro ele sentado na sala, numa linha de produção de lembrancinhas pra niver, onde ele era o encarregado de por o pirulito “Filho, vamos, Rico fez coco”. Ele vira pra dona da casa “A senhora pode me dar uma pipoca? É que eu tô morrendo de fome” .Enfase total no morrendo, e na minha vergonha, cadê um buraco nessa hora que a gente precisa “Não moça, não precisa”. “Precisa sim mãe, eu tô com muita fome” É moça, chegamos ontem de mudança pra cá, morávamos na Etiópia”
Eu adoro essa facilidade dele de fazer amizade, conversar com qualquer um, eu sou uma criatura antisocial que tem medo de gente, sou tímida e sempre acho que tô sendo inconveniente. Ele não, ele nem quer saber, invade a casa do vizinho, um senhor velhinho, acorda o homem da sua sesta/Jornal Hoje na maior, nem aí.
É isso, nós simplesmente somos passado, a geração agora é a deles. Né esquisito?
Aí no domingo a tarde, Ga entrou em crise
“Ai amor, to arrasado! Olha eu aqui, domingo a tarde, desparafusando a cafeteira tentando consertar. Quando foi que eu me tornei esse ancião que desmonta trecos na falta de coisa melhor pra fazer? Virei o meu pai. Não dou uns meses e eu vou tá limpando a vala da frente da casa.”
É a vida!
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Explicação/Pedido de desculpas
Quando eu era orkuteira que participava em comunidades eu li uma máxima que dizia “A ofensa está no coração do ofendido”, eu não concordava muito, mas agora acho que preciso rever.
No post Crescendo eu recebi 3 comentários bem nojentos, de pessoas defendendo a santa. Não sei se escrevi rápido e ainda na adrenalina da entrevista e ofendi. Só sei que isso ficou batucando na minha cabeça, e apesar de nunca fazer posts me explicando, dessa vez resolvi fazer esse pois pode ter amigas que eu realmente gosto que ambém se sentiram ofendidas, mas tem educação. Ah, eu respondi a dois emails que me questionaram com educação, e não estão enquadradas tá?
O "aquela outra" me incomoda.
Ou seja, ele não aprende nem uma coisa nem outra, o aquela outra quer dizer "aquela outra pessoa". Ele deve ter ouvido de relance e não entendeu, porque pra nossa crença não existe mais ninguem além de Jesus olhando por nos a quem devamos orar, sacou? Dai isso foi na hora da prece antes de dormir e ele queria saber se deveria rezar pra essa pessoa tambem.
Que a mae de Jesus é Maria ele sabe, a gente tem todo respeito por ela, foi o sim mais maravilhoso que já existou. Mas pra gente não passa daí. Por isso ele achou esquisto que ela tambem estivesse lá no ceu pra gente pedir alguma coisa, se a gente nunca falou nada disso pra ele.
E é nessa hora que nao da certo ele estudar em escola nao evangelica, porque se eu explico pra ele segundo nossas crenças, é certeza que ele vai lá falar, olha a saia justa!
Imagina alguém tocando no assunto de novo na escola… e não adianta, aqui é cultural. Na época do círio as empresas fazem camisa da santa, e mesmo quem não é católico é obrigado a usar, veladamente obrigado, claro, mas sabe ne? Manda quem pode, obedece quem tem juízo.
Preferimos nos calar, do que explicar que pra gente ela não faz milagre, não intercede, não atende. Ela merece a nossa gratidão por ter parido Jesus. Agora pensa só, se três pessoas “adultas” ao lerem o que escrevi se deram ao trabalho de fazer coments de baixo nível (deviam estar cheias da graça), inclusive me ameaçando que a Santa vai “puxar o meu tapete e me castigar” (oi? até eu que não sou católica sei que pra quem a adora ela é SÓ AMOR E BONDADE), imagine uma criança de 4 anos, falando pros coleguinhas que era “mentira” o que tavam contando. Desnecessário, pra mim é assim, prefiro pular fora.
O mesmo acontece com o Papai Noel, antes a gente falava que ia contar que não existia (eu particularmente tinha odio mortal dele pois num natal na casa de uma tia ela deu presente pra todo mundo e esqueceu o meu, tiveram que me contar que ele não existia). Tivemos que rever, quando chega a realidade é complicado lutar contra tudo e todos, ele iria sair falando e ser o chato que conta e estraga a surpresa.
Bom, era só pra explicar mesmo, quanto a chamar de “Naza, Nazica, Nazarezinha”, também é coisa de paraense, aqui fazem músicas de louvor chamando assim, pergunta pra ela, que é católica fervorosa, nascida em Belém, e apaixonada por Naza, inclusive, fala dela como “Nazica” no post atual. Caso alguém tenha se sentido ofendido, foi mal. As minhas 3 comentaristas super religiosas e de boca suja, mil perdões, ah e claro, os coments foram apagados, se baixar o nível eu apago. Aqui não é uma democracia.
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Ainda sou o mesmo…
Ontem deixei o Rico no berçário da igreja, junto com a máquina, “Lucinha, tira umas fotos dele com a galera pra eu por na retrô do niver tá?”
Quando eu chego ela disse que ele não quis acordo com os flash, era só olhar a câmera sendo apontada que baixava a cabeça e fazia beicinho…eu nem acreditei né? Logo ele? Que não pode nem ver celular que acha que é máquina e sai escancarando a boca? Pensei…Será que começou a fase “odeio fotos em geral”?
Aí hoje eu chego em casa e vejo a maquina em cima da mesa, pego pra dar uma olhada nas fotos que as meninas daqui tiraram dele e…
Ufa! Foi só um susto!
“Oh mãe, é que tem dias que eu tô mal de sentimento!
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Crescendo
Cara to me sentindo super adulta. Podicrê!
Um de nossos projetos enquanto casal pheeno, adulto e com nome limpo no serasa era de que nossos filhotes iriam estudar em colégio “de crente”. A razão mais óbvia é que somos crentes e ser crente e morar em Belém é como ser cristão lá em Bagdá. Tá, ninguém joga bomba na gente, mas porque a gente se recolhe a nossa insignificância enquantio minoria.
Mesmo a escola não sendo católica no nome, sempre rola uma guirlandinha na frente, com Naza, não tem jeito, e não dá pra lutar contra, dia desses o Enzo me perguntou “Quem mora lá no céu? “ “Filho, mora Jesus” “Mas e o papai do céu? “, “Ah filho, ele também, ele é o papai do Jesus”, no que ele vira “Huuum, mas e aquela outra?”
Ou seja, rolou um ensinamento, que é conflitante com o nosso, pensa na cabecinha dele? Né a toa que falou “aquela outra”, sentiu que não rola esse culto lá em casa…Também não rola brigar na escola, nem pedir pra afastarem ele na hora da “reza”, senão ele vai se sentir mal.
Aí a escola que queremos, onde eu estudei (não minha familia não é crente, mas eu morava lá perto, e na boa? Foi a única informação religiosa que eu tive, família “cato-espírita”, que só lembra que é católica na véspera do Círio, fui batizada com 7 anos, isso porque iam batizar o meu irmão (com 2 anos) e lembraram de mim), é super contra mão, sempre.
Dessa vez fizemos diferente, com a mudança, nós procuramos uma sala pra alugar que fosse perto da escola, quem ditou o local foi a escola dos sonhos, planos mudados em nome dos filhos, né adulto demais isso? A sala é a um quarteirão da escola.
Hoje a Karla me liga pra falar que ouviu dizer que não tinha mais vaga. Pensa num casal que sai esbaforido pra escola…Já pensou? Os planos por água abaixo? Mas ainda tinha, só que o que eu não sabia era que a gente tinha que fazer uma entrevista pra admissão. E lá fomos nós, eu, com um megadecotão, batom, brinco e unha vermelha (os adventistas não usam nada disso, e as alunas saõ proibidas de usar, afinal, ninguem foi pedir pra estudarem lá ne? Aff eu tirava era muito esmalte no dente pra poder entrar).
Gente que medão, escola grande, 20 alunos por sala. Até hoje ele só estudou em escolinha de bairro, e essa vai até o pré vestibular. E entrar lá me fez tremer dos pés a cabeça, tanta coisa que eu vivi ali na minha pre-adolescência, boas e péssimas. E nós lá respondendo a entrevista, ouvindo.
Quinta feira é a entrevista do Lorenzo, meupaetê, que será que vão perguntar pra ele?
E tudo tão grandão, e tantas quadras, alunos enormes, tadinho do meu bebê.
E a emoção de ver Jesus estampado em todos os folders, paredes, salinhas? Saber das cantatas, Semana da Oração, que não tem carnaval, festa junina, que não pode levar besteira pra comer, toda educação firmada na Biblia, ai, eu não vejo a hora… e ao mesmo tempo to morrendo de medo.
É, eu e Galeno vendo nossos planos se concretizarem, saimos que nem dois bestas “Amor, nossos filhos vão estudar no colégio que a gente planejou, caraca, teremos filhos no adventista. Tamos crescendo…” É, e o Lorenzo também.
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Regras da vida
Oi varonis.
Tô na área, mas enfiada aqui no word e excel refazendo planilhas e textos de regras domésticas. Na verdade novas regras pra babá, um novo cardápio, sacumé…menino crescido, conceitos mudados.
Não, não é babá nova, mas babá de certo tempo é até pior que começa a deitar na moleza, dormir quando ele dorme, deixar o cardápio cair em monotonia…Quando a gente vê já tá apenas mantendo eles vivos, marromeno limpinhos e alimentados.
Oi? Isso eu já faço sozinha.
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Descobertas
Lorenzo tá aprendendo relações familiares na escola.
Aí ele passa tempos resolvendo enigmas “Tio Rapha é seu irmão, é filho da minha avó e meu tio”, “Meu pai é seu marido e filho do meu avô”, A sua mãé é a minha avó e a bivó Elza é mãe dela”.
Acho fofinho ver que pra ele é triunfo saber essas coisas “Esse daí é meu tio por que?”.
Só que dia desses nós fomos busca-lo na escola e minha mãe tava com a gente, ela teria consulta e não valia a pena vir aqui pro fiofó de Judas e voltar, ficamos passeando de carro. E ele divagando nas relações familiares até que “Mãe, e cadê o seu pai?”
Credo. Na hora eu engasguei. Juro. Certo, pra mim que não tive pai simplesmente não existe essa função “pai de Lu Brasil”. Quem ficou orfão muito cedo (meu pai se matou quando eu tinha 9 meses) e não teve outra figura pra substituir, acaba desaprendendo, ou nunca aprendeu, o significado de quem morreu. Sério. Até me esqueço o nome do meu pai quando me perguntam, logico que não é uma amnesia, mas demora 2 segundos e engasgo, rola uma minifranzida de sobrancelha, imperceptivel, menos pra mim. Sempre fui filha da mãe.
Eu não soube o que falar. Eu não sei se ele já alcança o significado real da palavra morte, o lance defunto-caixão-7 palmos abaixo da terra, mas sei que ele entende que morrer significa acabar, nunca mais ver, ele sente que não é legal. Eu não sabia se deveria falar…até porque eu só soube a verdadeira história quando eu tinha 11 anos…e é esquisito ver outra criança questionar um assunto seu. A gente nuca comenta nada, e quando fala algo sobre ele (tipo de 5 em 5 anos) é só por cima
“Ai filho, pergunta pra vovó. “ (ô derrota de mãe!)
“Vó Liete, cadê seu marido”
E minha mãe respondeu.
“Morreu” – simples assim.
Nossa, o zoiáo e o pulo que ele deu na cadeirinha… “Quando? Meu Deus! (ele ta imitando o jeito teatral que eu tenho de falar “Céus, meooodéus!”
“Filho, já faz muito tempo, a mamãe era pequenina”
Aí ele calou, e minha mãe desceu no médico.
Depois começou “Ele não vai voltar?” “Ele tem barba? “Ele tá com pai do ceu? Ele me vê?”…e a pior “Pai, quando eu sê pequeno você também vai morrer?”
Agora ele conta pra todo mundo “Meu vô morreu sabia? Morreu de…..” cada vez ele inventa um estória mirabolante. Ou quando olha um ator na tv “Mãe, olha aí o seu pai, mas o meu não vai morrer ne?”
Meupaetê, crescer dói né? E depois de 34 anos, a nova geração traz a antiga de volta.
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Um Real por um Sonho – Ultimos Dias
Bom dia flores do dia! (minha avózinha de criação me acordava assim, que saudades!)
Domingo é o último dia pra participar do sorteio da Clarinha, até agora arrecadamos R$101,00 (sem contar o valor da Camila que ainda não mandou o comprovante) e $25.00 USD (Tô por fora da cotação)
Ah! Tem também o valor de algumas leitoras que mandaram email dizendo que depositaram mas preferiam não participar do sorteio.
As amigas que estão concorrendo são as abaixo:
E você? Não vai participar?
Leia o Blog da Clara e veja o resultado do Dia Temático – Um Real para Clara
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Retrato Falado
Eu tenho muitos medos.
Um deles é algum dia precisar fazer retrato falado.
Meupaetê quem são essas pessoas que conseguem gravar tão bem as fisionomias?
“Não…deixa ver, os olhos eram mais oblíquos, a face mais ovalada…e os lábios finos”
Dos caras que assaltaram a gente eu só me lembro que um tinha luzes no cabelo, oi? Sendo que o IBGE informa que 87,34% da bandidagem ataca o estoque de “auxigenada” de suas parceiras. Os outros (xx% ah, faz a conta) são pagodeiros. Midepila.
Olha, sou a rainha de gravar tudo que me falam, por isso muito cuidado, tudo pode e será usado contra você, mas meuô, eu não consigo gravar nem a cara da pessoa que tá me atendendo lá nas Lojas Marisa. O que? Vai me dizer que não acha vendedora tudo igual? Como que eu iria um dia fazer o retrato de um suspeito que passou de relance na minha janela? Não consigo nem lembrar se tinha cabelo curto, longo ou era loira, que dirá se tinha bocão.
As vezes passo reto sem falar porque não reconheci a pessoa e as vezes porque eu sou escrota mesmo que eu deveria reconhecer. Hoje eu subindo no elevador e uma moça com uma bebe lindona e eu olhando a bebe e a mãe rindo pra mim “égua, esse mulher é debil mental?”, até que percebi que até debil mental não ri daquele jeito, puxei pela fraca memória e lá pelo 2 andar…”Oi, meninaaaa, tua filhaaa, lindaaa”. Era a secretaria da sala ao lado da nossa, que me arrumou a minha secretina Glaydzz, e quem ficou com cara de débil mental fui eu.
Se depender de mim, bandidinho tá tudo solto e feliz.
Ai, isso me deixa agoniada, quem nem no caso do Fusca
O meu outro medo é quando eu imagino que tenho FOP, mas é só de madrugada, a Jane sabe…depois eu conto…
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Olha o menino!
Pessoas pheenas e animadas (oi?). Cheguei.
De onde? Ah finalmente levei o Rico pra consulta mensal, maisgodi avacalhação acho que nem teve de 8 e 9 meses, ter um filho muda tudo, ter dois avacalha de vez a reputação de “mãe do ano”.
Mas o que realmente importa é que fui lá me redimir e garantir meu ticket de entrada pro céu das mãe perfeitas. Dr Vovis até brincou “Ulha, quanto teeempo!”. EnzoRicolino ótimão, muito gostoso, muito fofo, muitos dentes e muitos centímetros, mais precisamente 79. Saiu do limiar da obesidade, tá só com 9.900 g, “pegou” só 500 g em 2 meses, “fracasso” atribuido aos 4 dentes que nasceram de uma vez.
“Olha ele já pode comer feijão”. Oi? Crú? Porque ele já come tem séculos, feijão, arroz, farinha, açaí, biscoito, pão, pedra, parafuso e pa-ra-le-le-pi-pi-do.
Tá tú nem queres saber nada disso né? Ah mas eu tô contando porque me sinto culpada que o bichinho nem teve um blog pra chamar de seu, onde eu contaria até a quantidade, odor e consistencia dos seus cocozinhos. Tadinho. Vai virar sertanejo obeso será? não sei, mas algum trauma advindo dessa ‘farta de blog” ele vai ter. Espera.
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Auditada
–—— Mensagem original ——–
| Assunto: | ENC: [Fwd: ENC: ENC: [Fwd: [Fwd: Re: RES: Circularização - 2º semestre - Jurídico Corporativo]]] |
|---|---|
| Data: | Wed, 12 Nov 2008 18:14:52 -0300 |
| De: | xxxxxxxx |
| Para: | Luciana Brasil |
| CC: | Fatima Oliveira |
Dra. Luciana,
Boa tarde!
Auditoria.
Analisamos a planilha enviada e, como estamos de acordo com as demais informações prestadas pelo escritório, iremos considerar finalizada tal atividade.
Por fim, ressaltamos que, por se tratar de procedimento padrão e contínuo do Banco, será feita nova solicitação ao escritório em momento oportuno.
Estamos à disposição para quaisquer esclarecimentos.
Atenciosamente,
xxxxxxx
Meu paetê, se ela sonha que a “Dra” (gente quase humana) Luciana respondeu a auditoria de casa, no meio dos meninutudo e suja de tinta da cabeça aos pés…
Trabalhar de casa deveria ser direito garantido em constituição, né não?

