TDAH no olho dos outros é refresco.
To devendo esse post faz tempo.
Todo mundo sabe que colocar os filhos no adventure era um sonho da época que eu e marido nem tínhamos filho (só nome no SERASA). Eu até postei aqui a alegria que foi quando pudemos realizar, mudamos escritório pra ficar perto da escola etc etc.
E tudo realmente foi bom, pra Lorenzo que entrou no jardim, pra Rico que entrou no maternal, tinha um ou outro contratempo mas não existe escola/professora perfeita, eu aceito.
Até que em agosto do ano passado eu fui chamada na escola pela profa do Enzo, e começou o pesadelo.
Simplesmente ela me disse que ele não rendia, não aprendia, não prestava atenção, não fazia os deveres, tudo que tinha de ruim no mundo era Enzo, só faltava roubar, matar e se prostituir. Foi.
Tivemos uma conversa com ele que prometeu melhorar e a gente achava que melhorava, chegava lá e negativo, nada melhorava. O que era muito estranho é que ela dizia que ele não aprendia, não ligava mas chegava em casa ele fazia os deveres, com um certa dificuldade de concentração, uma preguicinha que ele SEMPRE teve, mas com cuidado ele fazia.
Daí teve reunião de bimestre e as noticias foram as piores, ela mandava ele fazer e ele dizia “não vou fazer” e não fazia. E eu não entendia, não entendia porque eles me diziam que ele tava bem e esperaram até outubro pra dizer que ele nunca esteve bem, por que a demora em dar feedback?
E pronto, finalmente ela veio diagnosticar meu filho “Ele é TDAH, tem que começar um tratamento”. Fim. Me aconselhou a procurar uma psicopedagoga. Ela não disse “eu acho” ela disse que ele era.

Olha eu não passo mão em cabeça de menino, e eu jamais iria dizer que meu filho não tem nada só por dizer, porque meu forte é cortar papel, não é a pedagogia. Mas eu conheço meu filho, e tinha uma distancia enorme entre o meu filho e o filho que a profa tava pintando. Então vamos investigar, se ele tiver, vamos tratar, e se ele não tiver, vamos procurar o que é. Marquei com uma psicopedagoga.
Lorenzo fez as sessões onde ela aplica diversos testes, demorado, cuidadoso e caro.
Quando fomos receber a devolutiva ela foi CLARA, “Ele não tem nenhum sinal de TDAH, nenhum. E ele está com a autoestima destruída, eu não sei o que essa professora anda falando pra ele, mas ele tem um PAVOR tão grande de fazer errado, ou de demorar a fazer e não dar tempo (e aí ela colocava ele sozinho na sala e os outros desciam e riam dele) que ele simplesmente não faz . Bem assim “se eu não fizer, eu não erro, dane-se””.
Com ela se sentiu a vontade pra se soltar, e chorava só de pegar no lápis, ai que revolta.
Então ela passou pra segunda parte, que foi contatar a escola para dar o feedback, ligou pra lá pra falar com a coordenadora e marcar um encontro pra ela conversar com a profa, que ela ia dar o caminho pra ela conseguir “chegar” no Lorenzo, e sabe o que disseram? “Não aceitamos intromissões exteriores nos métodos da escola adventistas”
Pensa numa revolta quando a Dra me ligou e passou isso? Pensa numa decepção? Como assim não aceitam? E mandou eu procurar uma psicopedagoga por que então? Pra ela receitar algum remédio pra um TDAH inventada diagnosticada por quem não tem essa capacidade? Qual a intenção da escola? Não deveria ser de ajudar o aluno?
Isso tudo durou de setembro a dezembro, tipo faltando uns 15 dias pra acabar o ano, e eu já tava tão cansada que deixei pra lá, não fui lá brigar com a escola, mas tinha a convicção que ele não ficaria mais lá, e doeu sabe? Porque eu apostei minhas fichas.
O ano acabou, Lorenzo continuou com a psicopedagoga, sessões 3x por semana, pra trabalhar esse medo, pra jogar essa autoestima lá em cima, tudo muito próximo a gente, ela passava as dicas, coisas que deveríamos falar/fazer e não falar/não fazer. Descobriu-se um pequeno atraso motor de sintonia fina, ele fazia muita força e a mão doía, ele parava porque doía e ficava desestimulado, ele recebia bronca e castigo por isso, e a bola de neve.
Trocamos de escola, ele teve tique nervoso, levamos em uma neuropsicóloga, mais sessões e testes, acabaram os tiques, tudo ia ficando bem .. aí me desesperei na primeira semana quando ele trouxe um caderno com um DITADO. Como assim DITADO?
Lá fui eu pra escola com os trabalhos do ultimo bimestre mostrar pra profa que ele nem era silábico ainda, que a escola parou na ultima letra do alfabeto. Ela disse que eu tava enganada, eu não entendi nada e deixei pra lá pois ela me garantiu que não ia acontecer o lance de novo da autoestima dele abalar por não acompanhar… No outro dia a coordenadora me chamou pra conversar sobre o assunto e me tranquilizar, adorei isso, escola proxima, sem nem eu pedir.
Saiu resultado da neuropsicologa e … “desempenho congnitivo acima da média” “autoimagem acima da sua idade ( Lorenzo ve a si como um homem de 20 anos)” “medo de errar, medo da exposição e cobrança da produtividade são sua preocupações no momento”
Ou seja , cadê o TDAH? Cadê o problema? Cadê a dificuldade? Pelas conclusões ele parece que não ta prestando atenção mas apreende com tanta facilidade que passa por desatenção, e os problemas motores faziam ele demorar . Isso.
E meu bebê sofreu a toa. A toa. Eu sei que tem criança TDAH, mas que mundo é esse onde tudo é TDAH? Que mundo é esse onde se entope crianças de drogas sem uma pesquisa profunda do real motivo? Não existe mais menino vadiozinho? Todo mundo tem que ser robotizado? Eu nunca precisei da minha mãe, meu irmão so estudava com ela em cima, a Lu nem terminou. Cada um é de um jeito criado junto, imagina num universo de 20 crianças cada uma vinda de uma casa? Alguns precisam de mais ou menos atenção dos pais e professores. A produção de alunos em escala é tão ridícula que olha as alegações de porque ele tinha TDAH “ah ele não pinta as bordas” “ah ele pinta a copa da árvore de laranja” “ah ele não desenha as mãos dos bonecos”. Pelamordedeus! Não se pode viver em um mundo onde as copas das árvores sejam laranja quando se tem 6 anos?
A coisa boa que tirei daí foi ter levado ele até a psicopedagoga, o acompanhamento lúdico, o suporte emocional pra ele e pra gente, olha foi um dos dinheiros mais bem empregados da nossa vida, vale muito a pena. Hoje em dia ele faz só uma sessão, por ela ele estaria de alta, após 10 meses de luta, mas ele gosta MUITO de ir então aos sábados ele passa uma horinha lá, é bom pra ele, bom pra gente.
Hoje em dia Enzo está nessa escola nova (que eu tenho que parar de chamar de nova), e pasmem, o meu menininho Fracassinho/TDAH/Desatento, esta entre os sete melhores, de uma turma de 22, lê e escreve tudo, cursa o 1º ano, em maio já lia, sendo que chegou só com o alfabeto, recebe deveres complementares diferentes dos que não fazem parte dos sete, porque se garante. E sinal que a escola nao força os outros, quem ta a frente ok, quem ta um pouco atrás, ok também
Na entrega do boletim só notas ótimas e um “o Lorenzo surpreendeu a todos nós, ninguém esperava um progresso absurdo desses”. Morri?
Ama fazer os deveres de casa, o que era um suplicio agora é de uma tranquilidade, o material da escola é muito bom, tem dia que a folha de exercícios vem com uma foto tirada em sala de aula onde ele aparece, ele adora, criança gosta dessas bobagens e o adventure era aquela mesmice de quando eu estudei.
E hoje ao fazer o primeiro dever de volta as aulas ele disse “mae, nem precisa mais ler que eu já consigo saber o que é pra fazer”.
E eu pedi licença e fui lá no banheiro chorar. Porque isso também faz parte das tarefas de mãe, chorar de orgulho, de alívio.
Moral da historia – Não aceitem diagnóstico malucos, professora é professora, psicologa é psicóloga. Vaca é vaca.




Lu, explica pq eu sumi desse cantinho??
Passei tanto tempo sem vir aqui… justo aqui… suas palavras foram minha companhia em diversos momentos de solidão na minha última gravidez. Então, perdoa o sumiço (apesar de vc nem saber da minha existência rsrsrs).
O que importa é que voltei! E toda saudosa…
Tenho muitos post’s pra me atualizar, mas minha curiosidade maior é quando ao Angelo. Ele está bem??? Lembro do seu sofrimento com ele bebezico… e agora tá esse meninão!
Ah!!! Seus trabalhos estão cada vez melhor! Parabéns!!
E sobre o post em questão… vc disse TUDO! Que bom que teve oportunidade, sensibilidade e informação suficiente para não cair nesses falsos diagnósticos da moda. Acho um crime isso que tem acontecido! A gente tem que acompanhar nossos rebentos muito de perto mesmo e confiar no que a gente conhece deles. Lindo post!
Beijos
Fabiana Alvim Post RecentePalavra de mãe
Lu, que história absurda… Nossa, indignada! Como adventista, juro que nunca pensei! Bem, isso é uma coisa mto séria! Absurda! Bom saber que o o Enzo tem pais dedicados, caprichosos e investigam antes de aceitar qquer diagnóstico… Parabéns por ser essa mãe maravilha e por não desisitir, sem antes testar e adoroooo mais do que nunca ler os teus posts, porque se vê o tremendo amor que tens pelos teus “mino” e pela família e o fato de vc chorar de orgulho, só nos mostra como a capacidade de união familiar e superação são fundamentais pra se ter êxito familiar… Um bjo gde, adoro vc! Da sua cliente, amiga e leitora, Paulasofcosta, Paulinha, Paula Costa
É querida, esse post deveria ser publicado, nas revistas renomadas de educação, e em tantas outras que deveriam ser mais lidas na escola.Eu sou professora , trabalho em escola e pretendo adiar a ida da minha filha a escola o máximo possível, pelo o medo de encontrar um desses “adventures” da vida, e já saber que vamos ter aborrecimentos me faz pensar que educação, socialização ela pode ter de diversas formas.
Você ouviu aquela vozinha que fala lá dentro, da mãe atenta aos seus filhotes e sabia que nada estava acontecendo, que só um pouco mais de atenção, “capacitada” pra isso e tudo daria certo,como já tem dado. Acho que vc que tem um alcance enorme e deve mesmo divulgar esse fato, pra mostrar pra muita gente que aceita e cumpre tudo aquilo que escola diz sem pensar que o “filho é nosso”.
Patrícia Muniz
Lu,
Eu passei por problemas de aprendizado com minhas duas filhas (15 e 7). A mais velha é dislexica e tivemos que fazer um super acompanhamento para que ela pudesse se alfabetizar e apenas hoje, quase fazendo 16 é que ela recuperou o prazer em estudar.
Mas o pior eu passei com a Bea no ano passado. Ela estudava em uma escola construtivista super conceituada e apesar de gostar, ela simplesmente não conseguia ser alfabetizada. Mais uma vez veio o diagnóstico de dislexia. Mas eu não achava que a Bea era disléxica, ela é tão diferente da Tóia, não são os mesmos problemas! Sorte é que já tinha a equipe que atendeu a Tóia e lá fomos nós para as bateladas de exames e testes com médicos e psicopedagogos. Resultado, ela não é dislexica coisissima nenhuma! Ela simplesmente não se adaptava com o método da escola. Foi alfabetizada em 2 meses pela psicopedagoga, mudou de escola (para um dos colégios mais tradicionais daqui) e hoje é uma das melhores alunas da sala, nenhuma nota abaixo de 9!
E segundo a outra escola ela era dislexica e era culpa DELA não conseguir acompanhar a turma! E diziam que ela jamais conseguiria acompanhar o ritimo da outra escola. ah tá!
Hoje sei que minha filha tem plena capacidade cognitiva, é excelente aluna e só colhe resultados maravilhosos. O problema era a escola.
E coração de mãe não se engana, sabemos quem são nossos filhos e quais suas capacidades.
Sucesso para seus meninos!
Beijo
Lu
lindo o seu post! chorei….
Olá Luciana,acompanho seu blog a alguns anos(nunca lhe disse isso pessoalmente pois li uma vez q ficas envergonhada…). Nossos filhos (Gustavo e Enrico)foram colegs no adventuresão e são novamente na “escola nova “.Já conversamos algumas vezes e vc sabe dos diversos problemas que tive(mos)lá.
Parabéns a vcs,pais do Lorenzo,pela busca de ajuda ao filho de vocês.É uma pena o que aconteceu na escola,chegando até a ser crime o que fizeram a ele,pois poderia interferir pro resto da vida.
Nossa parceria se repetirá ano que vem com mais um filho(Fernando e Angelo), e sinceramente peço a Deus que continuemos a ter só alegrias com a “nova”escola escolhida.
Beijos.
Luciana , chorei ao ler seu post… Pois tenho um filho que tem um pequeno atraso no aprendizado e que tb faz sessões com psicopedagoga e fonoaudióloga . Posso imaginar o tamanho da dor que foi no início ver as professoras falando tudo aquilo de seu filho, Graças a Deus ele botou no teu caminho essa Psicopedagoga que te abriu os olhos e te mostrou o verdadeiro filho que tens!
Clap Clap Clap!
Aplausos para vcs!
Escola tosca é o Ó.
Presenciei uma professora GRITANDO com o dedo apontado na cara de uma criança de 1 ano. Falei com a diretora e a resposta foi: Mãe, isso acontece em TODAS as escolas. Vc só presenciou pq aqui pode entrar na hora em que bem entender!”
Fiquei chocada e tirei a Letícia de lá.
Vaca é vaca, que possam pastar bem longe da gente.
Que Deus nos de sabedoria para podermos cuidar bem dos nossos pequenos.
Bjcas pra vcs!
(Também choreeeeeeeeeei horrores)
Lu,
curso pedagogia, tenho só 19, mas já vi alguns horrores por aí, em estágio, em trabalho e em família.
tenho filosofia na faculdade, e uma das coisas discutidas é a história de Édipo (aquele que matou o pai pra casar com a mãe), e o ponto da discussão é: será que ele matou pq foi pré-determinado? Na história tem o oraculo, que desde sempre disse que ele ia matar o pai.
Será que os professores tb não tem esse papel? Marcar um criança com algum nome é ruim, principalmente quando feito assim, sem reflexão, conversa…
o fato é, que quem tem que alertar a família se a criança parece ter alguma dificuldade que não pode ser tratada dentro de classe, é a professora. Mas nunca já dizer assim.. OLHA TDAH, SENTA CHORA.
pecado!
corre dos adventure!
Eu sou professora, e me lembro bem dos meus tempos, em que fazia magistério. Meus professores diziam: um médico, se for um péssimo profissional, mata um por vez; já o professor, mata toda a classe.
QUE BOM QUE ESSE PESADELO ACABOU..EU COMO EDUCADORA ME SINTO INVERGONHADA COM A POSTURA DE PROFESSORAS COMO ESSA…PARABÉNS LÚ PELA SUA PERSISTENCIA EM ACHAR O MELHOR CAMINHO PRA SEU FILHOTE..BJOS
Mandou bem, Mana!
Amei o post e os comentários aí em cima!
Parabéns pro seu menino (melhor de sete, hehehe) e para a família que soube superar isso!
Pra essa escola e pra qualquer escola com este tipo de procedimento:nota zero!
bjus
Deus é justo minha amiga!Pelo amor de Deus, professora assim é pra sujar a classe, fiquei com vergonha!
Estou orgulhosa de vc e de Enzo, dê um cheirinho nele por mim.
Comentário a parte: tem que ser muito cristã pra não sentar a porrada nessa professora.
Deus te abençoe sempre!Amo muito vc e sua família!!!
Preciso dizer nada, né? <3
Bia Francisco Post RecenteO saco de lixo.
oi Lu, leio seu blog a um bom tempo, sou professora de cças de 4 e 5 anos, seu post retrata o q falta nas salas de aula de hj, diálogo c/ as cças, perguntar p/ elas o q sentem, o que pensam, se a profa do enzo tivesse sentado c/ ele e conversado pq ele demora ao fazer os deveres, ela tinha percebido q a mãozinha dele dói e ia chegar no diagnostico correto, sem ele precisar passar por isso tudo, é mais fácil para alguns diagnosticar a cça e os pais q ñ procuram como vc fez aceitam, e é por isso q hj o Brasil é o maior usuario de ritalina, posso imprimir seu post? vou levar pra minha escola pra ler na reunião pedagógica pq muitos professores usam o diagnostico errado pra justificar o fracasso escolar de alguns alunos e as vezes a solução é simples e esta em nossas ações, no carinho em ouvir em sentir o q a cça esta sentindo, Parabéns pelo filhote maravilhoso que vc tem,tenha sempre um dialogo aberto com a escola e a professora, ela só trabalha com a sua ajuda e vc com a ajuda dela, é uma troca sempre!
Com licença, mas o que é TDAH? Transtorno de quê, dra?
Oi Lú, adorei ler seu post. Estou cursando Pedagogia, e o tema do meu TCC aborda exatamente o que aconteceu com o seu filho!!
O que capacitou essa “professora” para que ela o diagnosticasse???E infelizmente é o que vem acontecendo em muitas escolas. As pessoas se sentem capacitadas e saem por ai diagnosticando as crianças com o mais variado tipo de transtorno/deficiência.
Observo que muitas utilizam esse “diagnóstico” para atestar sua falta de capacidade em lidar com as diferenças das crianças, se o aluno não aprende, a culpa é de alguma deficiência, e não do seu método de ensino!
Parabéns pela sua perseverança como mãe…Por não acreditar em meia duzia de besteiras e entregar seu filho nas mãos de profissionais capacitados para tal avaliação!E que bom que você encontrou verdadeiros Educadores para ensinar seu baby!
Um abraço.
Qierida, como psicóloga, me revolto com essa mania de TDAH, ritalinas e afins. A coisa é muito mais além e muito mais profunda do que isso. Há sim uma robotização e poucas pessoas levam em conta a personalidade, o interesse, a motivação, a auto-estima. Uma pena. Vaca é vaca mesmo.
Bjos,
Camila
http://www.mamaetaocupada.com.br
Lu, sou professora, e trabalhava com autistas até o ano passado. Trabalhei quase que exclusivamente em escola pública, e hoje que tenho contato com as mães das coleguinhas da minha filha mais velha (algumas são professoras na escola em que ela estuda) vejo queixas como a da professora do Lorenzo. E quase nenhuma vontade rever a própria metodologia pra dar conta de um aluno que pode estar com algum outro tipo de problema que não de ordem fisiológica. E isso pra mim é diminuir o aluno a um corpinho que, quando não faz o que esperam dele, é diagnosticado com alguma doença da moda e já passa a não ser da alçada da pedagogia/educação/escola. Os casos de TDAH são raros.
Parabéns pela sua postura. Aposto que seu filho ganhou demais com esse investimento!
Da mãe de uma menina radiante, comunicativa e inteligente, que foi tachada de autista pela professora dela no ano passado. E eu garanto que a professora dela nãoe entende nada de autismo!
Menina, tô bege com tudo isso e emocionada com seu post e sua postura…com tudo e com todos. É assim que temos que fazer, encarar tudo e todos e resolver, achar o problema, se houver e a solução mais viável.
Temos que ficar atentos aos pequenos, tudo pra eles, no mundo deles, funciona diferente. Uma palavra mais alta é o suficiente para magoar fácil.
Minha sobrinha com 9 anos (hoje com 13), não queria mais ir pra escola. Depois de meses tentando…e vai pra médico, terapia, conversa…descobriu-se que trancaram ela dentro do banheiro e ela tomou pavor da escola. Depois de muita conversa foi contornado o problema…
Força aí porque vc acertou em cheio o caminho e é disso que eles precisam…uma mãe guerreira!
beijocas
Mitia Post RecenteAlergia x Medicina Alternativa
Parabéns Lu.
De verdade.
Por não ter sossegado após o diagnóstico da vaca, e por não ter enfiado remédio goela abaixo do menino.
Tenho visto isso cada vez mais.
Toda criança tem alguma coisa. Todo mundo tem alguma disfunção, algum problema GRAVE.
TODO MUNDO tem que tomar remédio, de preferência controlado, se for tarja preta, melhor ainda.
Que ódio que me dá.
O que aconteceu com as crianças arteiras? Com as crianças preguiçosas? Não existem mais? Agora eles são TOC, TDHA e sei lá mais quantas siglas. Porque parece que depois que se dá um nome comprido, que dê pra abreviar com sigla, daí então tá tudo resolvido.
Eu mesma tive um diagnóstico errado de depressão. Tomei antidepressivo e Rivotril por quase 2 anos inteiros da minha vida, e sem necessidade nenhuma. Era depressão, síndrome do pânico, bipolaridade e mais um monte de nomes. Tudo pra definir aquela angústia que muita gente tem, quando precisa virar gente e nào sabe o que fazer da vida.
E olha, psicanálise resolveu isso e tantas outras coisas, me tornou uma pessoa mil vezes melhor. E sem uma gota de remédio sequer.
Então, toda vez que alguém chega pra mim e diz que alguma criança tem algum problema, eu logo falo: 3 opiniões diferentes antes de começar com medicação.
Porque dopar criança não é certo. Nem sempre a criança é calma, nem sempre a criança é focada, nem sempre a criança é atenta, mas não quer dizer que precisa remédio.
Alguns precisam? Precisam. Mas com cautela e com profissional qualificado e 3 opiniões, que é pra ter certeza absoluta.
Parabéns pra você e pro marido por não terem preguiça, por perceberem que apesar de caro era necessário e por darem todo apoio pro Enzo.
Lembrei das fotos do niver, ele de panela na cabeça, e isso mostra o quanto a auto-estima dele está legal de novo. Ele é um menino lindo, tenho certeza que vai ser muito feliz, que é o que toda mãe mais quer nessa vida, né?
E é de chorar mesmo. Chorar de alegria é tão bom, tão bom!!!
Deus abençoe seu filho.
Então… Li seu post e fui revivendo tudo o que passei com o meu filhote que, nas entrelinhas foi diagnosticado como autista, porque a coordenadora da escola não me falou que achava que ele era, mas me encaminhou para a bambambam no assunto (então para bom entendedor meia palavra basta) pq segundo ela o Arthur não interagia com os amigos, não falava corretamente pra idade dele (4anos) e que vivia num mundo a parte (e como você, era como se ela estivesse falando de outra criança, pq em casa ele não era assim… ele brincava com os primos, ele falava com a gente, enfim…) Depois do meu mundo ter caído, eu decidi não ir na pessoa que ela encaminhou. Encontrei uma excelente fono (por acaso tb especialista em autismo) que descobriu o motivo do atraso de fala, e que isso sim fazia ele não interagir com os amigos… Nas palavras dela: “O que eu mais encontro aqui é criança vindo de escola com diagnóstico errado… Arthur tem dificuldade de se relacionar por timidez, por se sentir inferior no quesito “fala”, e ponto. Nada que alguns meses de fono não resolvam…” Então ele tem duas fonos. A que já tratava a linguagem dele e essa (especialista) que trata todo o resto do desenvolvimento. E a escola teve que receber a seco o laudo que ela deu, de que ele não é autista e que o sucesso do tratamento também dependeria do empenho da escola… A coordenadora até hj não admite que tinha essa desconfiança e coincidência ou não, Arthur vem desenvolvendo de forma galopante nos últimos meses. Correndo atrás do prejuízo, claro, mas já se comunicando muuuuito melhor do que antes. Valeu pelo relato, e fica a dica para os que passam por situações semelhantes… ninguém conhece nosso filho melhor do que a gente mesmo…
Bj enorme e parabéns pro Lorde!
Lu, muito obrigada mesmo por compartilhar uma coisa tão íntima, mas que vai servir de base pra muitas mães procurarem ajuda.
Eu acredito que o que falta nesses tipos de profissionais, é o amor à profissão. Porque o professor que tem amor à profissão, jamais se portaria dessa forma, e faria de tudo para ajudar o aluno, e não humilhá-lo mais ainda.
Graças a Deus que agora está tudo bem, e graças a Deus que vocês tiverem oportunidade de conhecer uma profissional que realmente os ajudaram.
Meu marido trabalha na área da educação, ele é concursado, e o que mais se vê, são profissionais com amor ao dinheiro, jamais à profissão e às crianças. Muitas vezes ele chega revoltado contando alguns casos de anti-profissionalismo de alguns colegas.
Semana passada eu assisti um filme indiano que se chama Taara Zameen Par – Como estrelas na terra, que conta a história de um menino disléxico que entrou em depressão porque recebeu como castigo ir estudar num colégio interno, porque era muito ‘bagunceiro’ e não aprendia as coisas. Na escola, ele encontrou um professor que teve a sensibilidade de identificar o problema, e o ajudou a superar o trauma e as dificuldades. O filme é lindo, recomendo à todos que assistam, ele só é um pouco dificil de encontrar, se tiver interesse (ou alguém que comentar aqui), fale comigo.
Um beijo e muito obrigada mais uma vez!
Lu, nunca deixo comentários, mas te acompanho já faz um tempo. Tenho um filho de 1 ano e 9 meses. Só quis comentar hoje, porque este post seu foi muito emocionante. Chorei aqui agora. Lamento muito pelo tempo que o Lorenzo ficou na “produção em série”. Sou professora de arquitetura, mas poderia ser educação artística para crianças, porque adoro. E sei bem dos problemas da `robotização`depois lá na frente quando o mundo exige criatividade. Tomara que as escolas que prezam o lúdico e a individualidade de cada criança se proliferem para que tenhamos um futuro melhor, mais colorido, de árvores de copa laranja. Você é demais! Tomou a atitude certa na hora certa. O Lorenzo teve essa sorte que infelizmente outras crianças não terão. Parabéns!!!bjs Ana
Lú, emocionei !!!
Imagino como vc deve ter ficado durante todo esse processo.
Mas, Glória a Deus !! vocês foram, mais uma vez, vencedores.
Bjs
Oi Lú… Apesar de ser a primeira vez q comento, acompanho seu blog diariamente e A-D-O-R-O. Esse assunto é mto polêmico… Sou administradora, mas meu marido é psicólogo e seus atendimentos são, 90% crianças. A grande maioria dos pais o procuram pelo mesmo motivo “A PROF. DISSE Q ELE TEM TDAH”… Talvez esse seja o mal do século.. O diagnóstico??? Não, a professora que ACHA que sabe… Q bom q no seu caso, assim como em mtos outros, a professora estava completamente errada… Fiquei mto feliz por vc e pelo pequeno Lorenzo!! Bjos
Lu, vou te falar que não é fácil mesmo passar por isso. Eu passei mais ou menos quando o Gui tinha 3 anos e a prof. me chamou para dizer que ele escrevia a letra “G” invertida… Saí da sala tãaaao nervosa, tirei ele no dia dessa escola – que é uma das “Top 10″ de SP.
De fato ele precisou de um help tb na coordenação fina, ele tb pesava muito a mão na escrita, mas tudo com calma, tranquilidade e um trabalho excelente que ele ainda está fazendo com um psicomotricista.
Enfim, só deixei registrado que vc não é a única e nem será a última a receber um “diagnóstico” desses, infelizmente.
beijos
Lú,chorei no final do post menina!Alívio total!!!Minha filha tbm já estudou em escola grande e não curti,era apenas um número,mais uma.Há 3 anos estuda em uma escola pequena,está adiantada e adoro chegar pra lear e ir buscar e professoar que pega no portão e diretora/dona da escola dizer olá Julinha!!!Beijar e abraçar minha filha,saber que está sendo bem tratada.Não tem preço!!!!
Simone Post RecenteCurso de penteados
BÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÂAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!
Adorei a última frase……
beijo
Ai que saudade dos post grandãoooo
E eu que nem sei o que é TDAH, vou ali no doutor Google daqui a pouco ver o q é.
Parabéns pelo filhotão inteligente, e sem comentários pra teacher que deixou o Lorenzo pra baixo
Bjoo
Mana, nem a proposito falamos disso hoje … enfim, é mto triste ouvir qq coisa do genero de uma professora. Eu tbm passei por isso ! Mas, provamos que nossos filhos são apenas crianças e crianças felizes que serão adultos felizes! Adorei o post ! bjkssss
Lindo relato e o mais maravilhoso que tudo foi resolvido e hj o Enzo está feliz da vida. Imagino a barra p/ vcs pais, e o mais importante é que vc correram atrás p/ descobrir o que era, qualquer que fosse o resultado. Parabéns pelo filhote de TDAH a CDF, rsss Um beijo!
Que bom que tudo se resolveu. Esses desentendimentos fazem parte da vida, né? Quando os filhos começam a passar por eles dói…mas não tem jeito.
Oi Lu…
Passei por uma situação semelhante, e vejo que é bem comum esta prática nas escolas. Nanna fez sessões com psicopedagoga por 3 meses, teve alta, trocamos de escola e o desenvolvimento se deu muito bem, ela não tinha nada do que a coordenação antes reclamava tanto. Ontem na reunião a “alça do sutiã” estourou, ela esta entre os melhores alunos da escola, já lê rapidamente tudo, escreve muito bem, etc… é desatenta sim, mas não influencia no aprendizado. Parabéns p/ Lorenzo, Deus o abençoe e que ele continue “ao infinito e além” rs
Bjs
Lu
Fiquei emocionada com esse post.Obrigada por dividir essa experiência.
Como pedagoga eu me sinto envergonhada com a quantidade de incompetentes e criminosos que fazem parte da classe.Sim,porque o que essa irresponsável fez com o Enzo foi um crime,ela poderia ter arruinado um ser humano em formação.
Hoje é comum (praticamente moda)qualquer pessoa diagnosticar síndromes,distúrbios e doenças,basta assistir tv,pesquisar na internet,ler uma revista ou bater papo com a vizinha.Tristeza é depressão;moleque levado,arteiro,criativo é TDAH;birra,raiva,chateação é Bipolaridade.
Parabéns para vocês pais que buscaram informação,ajuda profissional real,e acima de tudo confiaram e apoiaram o filho que vocês-melhores do que qualquer outra pessoa-conhecem.
Parabéns para o Enzo que foi forte,corajoso,dedicado e decidido.
E realmente profissional é profissional,e algumas-que passam longe de serem profissionais- são umas vacas!
Beijo.
Nossa, que lindo!! Obrigada por compartilhar essa experiência… Meu filho tem 2 anos e meio, mais ainda não começou a estudar. Meu Asaf é diferente, gosta de cantar, reconheçe boa parte das letras e já conta até 50! Só que é só isso! Ele tem um mundinho só dele, tem uma linguagem só dele, as vezes passa tempos conversando com um amiguinho imaginário (eu acho). Tenho medo de colocar em uma escola e ele não c adaptar!!! Depois que li seu texto, to com + coragem de procurar ajuda de uma psicopedagoga. Espero q meus resultados sejam parecidos com os seus!!! #VitóriaAbençoada =)
lu amiga , entendo vc em gênero numero e grau , tive o filhote confundido com outro de mesmo nome , ouvi horrores inclusive Tdha , só que sou fono e não aceitei , levei ele pra tratar sabendo que era só esperar , ele é o mais novo da sala , hoje garotinho tá ótimo foi só dar tempo ao tempo e algum subsidio , claro qua prof dele deste ano é uma benção de Deus , mais as escolas hoje em dia jogam a bola pra frente quando não sabem o que fazer , nunca a culpa tá lá , tá na molecada , sorte e parabéns pro Enzo
bj
Oi Lu, meus dois filhos estudam no colégio adventista aqui em SP, eles adoram. Depende muito da professora que se pega, no ano passado tive q brigar no colégio por causa de uma professora louca que implicava com a Stephanie. Fui lá, resolvi o problema, etc. Fora isso não tivemos problemas nenhum a mais, gosto do ensino de lá, pelo menos aqui em SP não tem mesmice, eles fazem muitas atividades, sempre tem coisa nova, por ex. o Alezinho fez 5 anos agora e já está bem adiantado.
Mas infelizmente o que houve com seu filho foi muito triste. Por isso a gente sempre tem que ficar de olho no comportamento dos pequenos, pq não é só na escola, mas tem muita gente por aí que gosta de deixar as crianças pra baixo, o que vai afetar muito mesmo quando eles forem mais velhos. E é aquilo, qdo mexem com nossos filhos a gente vira fera, e graças a Deus que seu filho já está bem
beijos
Dri, no caso daqui a escola toda errou, pois foi a coordenadora que naõ aceitou receber um feedback de algo que eles pediram pra eu ir atras.
Amava essa escola, hoje odeio e não indico pra ninguem (que eu goste)
Chorei de emoção ao ler, pq em família já são dois adolescentes diagnosticados, um adulto e um diganóstico mal feito.
Nesse aprendizado familiar vi escola se aproveitando pra indicar seus próprios profissionais e vi que o melhor mesmo é seguir o institnto da pessoa, desenvolver o melhor potencial dela que aí deslancha. Sem lá muitos padrões e regras rígidas. Se precisar de mudar de escola para que isso aconteça fica perfeito. E no fundo, o desenvolvimento da criança depende muito de seus pais e das escolhas q eles fazem.
Oi Lu
Passei por coisa parecida, por isso me identifiquei tanto com seu post – moro no interior de SP meu filho nasceu prematuro aos 7 meses,mas isso nunca fez diferença no seu crescimento, qdo chegou no colegial matriculei na msm escola onde estudei, achando q era o melhor a fazer, no primário estava sempre entre os melhores da sala, inclusive na 4ª serie, ja na nova escola foi piorando ano a ano, na 8ª estava entre os piores, nas reuniões era só reclamação, tenho formação em pedagogia e conheço meu filho, não dava pra acreditar no q me passavam, cheguei brigar em reunião com o diretor(q tinha sido meu professor),terminado o fundamental, ele fez uma prova pra escola tecnica, hj tem 16 anos está cursando o 2º colegial pela manhã e faz o 3º semestre de tecnico em informatica a tarde, nunca mais tive problemas, e nas reuniões só recebo elogios, este é o meu filho, o msm q conheço em casa, ele nao precisa prestar atenção(quero dizer, não tem q ser bitolado), nem ficar devorando os livros, simplemente faz as provas e como ele msm me diz, fika tranquila q eu to no controle, coisas de filho adolescente vc ainda vai chegar lá.
Querida, ja me estendi demais, mas é só pra vc ver que com carinho e compreensão tudo isso vai passar, e vc terá mais histórias pra contar, qdo ele ja for adolescente como o meu, tenha fé
beijos
Sueli
Puxa estou emocionada. Até porque estou com um dilema. A Ju com 5 anos já lê tudo entrará no primeiro ano no ano que vem. É a única da sala que lê. Faz contas de cabeça e gosta de brincar comigo no carro de “antonimo”. Não sei se mudo de escola, até porque gosto desta atual, o material é bom, e acredito que ela é que está muito desenvolvida pra idade. Não sei se devo procurar outra, se é que existe alguma diferença no conteudo ou não….afff nós mães vivemos aflitas né rs
beijos
Ellen Post RecenteFarmacinha
Ai Lu, obrigada por compartilhar. Só Deus sabe o que uma mãe sofre qdo passa por essas coisas. Imagino o que vcs passaram. Aff!
Eu tb chorei ontem. Minha pequena já não me deixa ler o dever faz tempo … ela lê sozinha, mesmo sem a professora ensinar (agora que a prof vai ensinar famílias de pa pe pi po pu, sabe? E ela lê livros, etc.). Mas ontem veio com dever copiado do quadro. A minha ficha caiu. Tudo tão certinho, sabe? Um orgulho. Uma benção de Deus. Sou tão agradecida.
Chorei de alegria tb.
Ana Carla Post RecenteCabeceira-prateleira-mesa???? Oi????
Lu!!!!
Emocionante o relato!
Obrigada por dividir isso com a gente!
Concordo 100% com vc…
Pq uma criança não pode pintar uma árvore de laranja qdo se tem 6 anos?
Pq não pode brincar com uma varinha de Harry Potter qdo se tem 9 anos? (esse é desabafo meu! rs)
Enfim…
Chorei tb de orgulho por vc e pelo pequeno!!!
Bjão
da Li
Lilian Gratti Post RecenteA fantasia TEM que existir!
Lu, vivi situação parecida. Sofia não desenvolvia, não lia, tinha preguiça do Para Casa. A professora de Português (Geografia, Redação e Literatura rs) me chamava sempre na hora q eu ia deixá-la na escola pra perguntar se alguma coisa estava acontecendo. Até que um dia a coordenadora me disse q todas as professoras pediram pra eu levar a Sofia num oculista, pq ela levantava por segundo pra ver o que estava no quadro. Resultado: 1,5º de miopia em cada olho.
Depois disso melhorou! Com um mês já tava lendo tudo!
A diferença de tratamento que percebi tbm entre a escola da Sofia e a do Enzo é que qndo Sofia não conseguia, a professora só tentava incentivá-la. Nenhum aluno é incentivado a rir do outro e qndo isso acontece é repreendido.
Ontem a professora de Português me chamou novamente pra dizer q Sofia voltou a ficar aérea e está o tempo todo com a mão na boca, como se estivesse sempre ansiosa. Nova etapa, vou ter q conferir isso… pensei até em voltar pra terapia com ela. Vamos ver!
Qto ao Enzo, só faltava mesmo compreensão e incentivo! Toda criança é assim! O q + revolta é a escola ter feito toda essa pressão, pq o Enzo ficou com medo até de contar pra vcs! Fica parecendo aquele caso “o que vou fazer aqui fica entre nós, se vc contar pra sua mãe vai ser pior!” Que pressão… coitadinho! Mas a criança nessa idade tem mesmo medo de errar e ser criticado pelos outros. Eles ‘não sabem’ q errar é um processo de aprendizado! Se a professora, que é quem está ali pra ensinar, já quer que cheguem sabendo tudo, como fica na cabecinha dele?
Mas é isso, né? O Enzo é um sucesso e um menino brilhante! Parabéns!!
Beijo
Telma Maciel Post RecenteA Internet Nunca Substituirá o Jornal
To imprimindo e levando na vizinha de cima. O filho dela foi “diagnosticado” como TDAH.

Uma vez, na faculdade de jornalismo, entrevistamos uma professora-pedagoga-psicopedagoga da Secretaria de Educação. Perguntaram para ela sobre a hiperatividade, e ela respondeu: “as pessoas têm mania de ‘patologizar’ as dificuldades. Têm mania de falar que o fulano é hiperativo só porque ele não presta atenção ou fica conversando. O que acontece, muitas vezes, é que ele já fez a lição dele, e tá de saco cheio de ouvir a professora ensinar pros outros aquilo que ele já sabe”.
E eu me vi naquela cena. Pré eu fiz no particular. Fui pra primeira série, aos 6 para 7 anos, lendo e escrevendo, formando frases e interpretando o que lia. Meus pais me davam jornal para eu ler. Na escola pública, a maioria das crianças não teve pré, então começa-se pelo abc. Ok. Acontece que eu JÁ SABIA tudo aquilo, e eu ficava DE SACO CHEIO de assistir aula, já que tudo aquilo era repetição pra mim.
A professora reclamou com a minha mãe que eu só falava! Minha mãe respondeu: ela chega em casa e fala: ‘aquela professora é muito burra, fica fazendo a-e-i-o-u pra todo mundo, que saco!’.” A partir dali a professora entendeu que eu não era bagunceira, e sim que eu já sabia aquilo. Antes de começar a reclamar da minha “bagunça”, ela falava: “Raquel, se você já souber, não precisa fazer. Só copia, pro seu caderno ficar bonito. E fica quietinha que a tia vai ensinar quem não sabe”. Ok de novo. Aprendi a prestar atenção, que um burro se cala quando o outro fala.
Raquel Gomes Post RecenteBlogagem coletiva: Amamentar é…
Lu, entendo perfeitamente seu post e vc está correta, tb sou educadora só que de jovens e adultos, e respeito o tempo de cada um, estimulo semmpre e vejo em casa que minha Giovanna tb tem isso da escola que estuda.
Sinceramente não gosto do ensino do Adventure, estudei em uma fazendo as antigas 7ª e 8ª series, e nossa foi brabo! em todos os sentidos… as vezes a gente acha a escola perfeita e quando vai ver a realidade é tudo fachada. Parabéns para Lorenzo!
mana, tu não sabe como me deixa pau da vida ler relatos assim! Estou dentro de uma escola a vida toda e sempre me revolto com profissionais assim, donos de verdades e achismos …pior me revolto ainda mais com escolas com essa soberba de perfeição.
Ainda bem que as crianças sobrevivem apesar de tudo…pena que nem sempre sobrevivam sem marcas.
Beijos
Glaucia
Ps Vc recebeu meu email?
Lu bom dia
Leio diariamente em off seus relatos, e esse último me deixou muito sensibilizada, também tenho um caso parecido com o seu, a diferença é que meu sobrinho está com 15 anos, essa fase dark que todos nós passamos, a mãe uma desequilibrada, achou melhor se esconder nas opiniões de professoras e a diretora da escola que insistiam em dizer que ele é bipolar ( em quem não é nesta idade?!!!!!!!)e o melhor seria afastá-lo da escola por 01 para tratamento.Hoje ele vive à base de remédios fortíssimos, sussega leão mesmo !Que o derrubam na hora, o coitadinho dorme dia e noite se deixar, mas se está cômodo para a mãe, quem sou eu para falar alguma coisa?
Mas é triste ver um jovem lindo e super inteligente sendo tratado desse jeito, ele sempre viaja comigo nas férias, e nem de longe é o menino arteiro que a mãe brada aos quatro ventos.
Ainda não sou mãe, mas se tem uma coisa q
Oi Lu, li seu post e me deu uma enorme revolta! Eu sou pedagoga também, mas não defendo essa “raça”de professoras que não gostam de trabalhar, que não fazem seu trabalho direito e que não suportam ter um aluno mais esperto nas aulas e já taxam ele como hiperativo. Se tem uma coisa que me revolta muito nesse mundo é ver as crianças sendo medicadas à toa, perdendo a alegria de sua vida, ver a sua infância sendo abafada pela medicação. E eu vejo isso muito hoje em dia, parece que é a nova moda do momento: a criança é um pouco mais agitada do que as outras, e pá, vai pra medicação pra professora conseguir aguentar! Isso me revolta de uma maneira tão absurda que se acontecesse com meu filho eu ia virar um bicho!!!
Você agiu muito bem, essa professora é uma vergonha, e eu fiquei super chateada pela escola, era a escola adventista? De que cidade? Poxa, não acredito que uma escola adventista agiu assim…revoltante!
Bjus!
é mana, sabe pq tem um monte de gente com esse diagnostico,pq infelizmente tem um monte de pais e maes que nao se preocupam com os filhos e acreditam no q a prof fala…ai nao investiga o que realmente esta acontecendo…tem pais/maes que simplesmente acham que a escola ta la pra educar os filhos e nao ensinar…idolatram professores que nao tem capacidade pra nada…so pra vc ter uma ideia, minha cunhada faz facul de pedagogia,começou tem 1 semana, trabalha numa escola particular em curitiba, uma escola grande e foi apresentada para os pais como professora regente de uma turma de maternal…ai o que acontece, nao tem nenhuma base pra isso e os pais nao investigam se ela tem ou nao essa base,acreditam no que a escola fala e pronto…acreditam mais na escola/professora do que no proprio filho…esse é o problema, sao poucas as maes que teriam feito o que vc fez, gasto um dinheirão pra descobrir o que realmente seu menino tinha…o christian eu levei pro psicologo pq teve uma epoca que só chorava, por qlq coisa, ai antes da merda desandar de vez, eu corri…resolvemos o problema antes mesmo dele se tornar um problema…parabens pela sua atitude e parabens pro menino TDHA…rsrsrs…a gente morre de orgulho deles ne?!…beijos
samantha prata Post RecenteCorreria
E a bocó aqui tá chorando junto, de orgulho do Enzo!
Fiquei triste pelo que ele teve que passar sendo tão novo, mas foi forte e com sua ajuda tudo melhorou!
Tudo hoje em dia é TDAH e às vezes esse diagnóstico bandido sai da boca de pediatras, sem nenhum exame, acompanhamento. Tipo: olhou uma criança mais agitadinha, dá o carimbo.
Assim que meu sobrinho, também Enzo, ganhou o diagnóstico e receita de medicação à la sossega leão (que ninguém quis dar) e meu enteado também (mas a mãe preferiu dopá-lo).
E a gente ainda escuta que deve acatar o que médico diz porque “ele estudou pra isso”.
Beijosssssssss
Lu,
fui lendo e me arrepiando, terminei aos prantos ao ver que o resultado não poderia ser melhor.
A experiência vai servir pra muitas mães. Valeu dividí-la.
Bjs
Karla Maria Post RecenteBolo de macaxeira ou aipim ou mandioca
Mana,
Vi um pouco do meu passado no seu texto
senti isso, “estragaram meu filho, e agora?”
Mudei de escola e foi um trbalha árduo, em conjunto
e deu certo, claro que levamos marcas pela vida, INFELIZMENTE
mas podia ter sido pior, podia sim… Graças a Deus somo conduzzidas a fazer
o melhor pelos nossos filhos e “brigar” por eles!!!!
Beijocasssssssssssss
torço sempre por v cs
Obrigada por compartilhar esta experiência.
Tô passando uma fase bem parecida com a do Lord em casa com meu filho de 9 anos. Seu post vei no momento certo!
Vc. é uma super mãe e o Lord é uma garoto nota 10!
Bjs
Nossa, fiquei revoltada com a sua história…… que escola ridícula. Tive um problema parecido com uma escola dizendo que meu filho tinha algum tipo de retardo, porque ele não se comunicava em sala de aula e parecia não aprender. Na reunião em que isso me foi dito, apresentei uma folha de papel cheia de palavras escritas por ele, que só tinha 5 anos de idade e tinha aprendido a ler/escrever sozinho. E eu tinha avisado a escola que ele era super tímido e deveriam ter paciência. Tive que tirar ele de lá.
Que bom que vc enxergou seu filho como ele é e não como a escola disse que ele é.
bjs
Sônia
Lu
Eu ja passei por essa péssima experiência, qda a Bruna tinha 4 anos.
Depois de meses na fila, consegui uma vaga em uma escola modelo da minha cidade, super badalada. Nos primeiros 6 meses, foi tudo lindo. Qdo mudou o ano e trocou a professora, ela simplesmente parou de render. Começou a chorar todos os dias para ir a escola, coisa q nunca aconteceu. Enfim, uma sexta ela esqueceu a boneca no carro e eu pedi autorização para entrar na escola fora do horário.
Qdo entrei na sala, todas as crianças sentadas em roda, mas onde estava a minha??? Sentadinha sozinha em um cantinho da sala…. Qdo eu questionei a professora a resposta foi “Ela é assim mesmo.”
Como assim, minha filha nunca foi assim. E começamos a ver que esse comportamento estava se refletindo em outras atividades, como natação, p.ex, ela sempre distante.
A diretoria me apontou um problema de comportamento e me indicou a psicopedagoga…
Nesse período a escola teve férias e na volta, novo tormento. Logo na primeira semana, agosto, frio, o pai da Bruna me liga q foi buscá-la na escola e ela estava fedendo xixi. Tinha feito na calça, de moleton grosso, e secado nela mesma. Ou seja, passou o dia todo mijada.
Imagina o q eu senti, ao saber q minha filha ficou esquecida, largada em um canto, pq ela ficou com vergonha de falar q estava molhada e pq nenhuma FDP chegou perto dela o dia inteiro para descobrir.
Foi o fim para mim…. Tirei a Bruna da escola dos sonhos. Voltei para a escolinha de bairro, na esquina de casa, e ela se transformou do dia para noite. De acordo com a psico, a Bru nao tinha nenhum défict, nenhum transtorno sem ser a auto estima no dedão do pé…
Desculpe pelo comment gigantesco, mas a gente tende a acreditar no que escola fala e infelizmente a cada dia mais eu vejo professoras que jamais poderemos chamar de educadoras
Oi, Lu!
Sou psicóloga em Salvador e atendo MUITAS crianças no consultório particular e no SUS que vem com exatamente essa queixa: a professora disse que meu filho é hiperativo porque ___ (insira aqui qualquer bobagem). Te digo com toda a honestidade: em seis anos de consultório, não cheguei a atender cinco crianças que, excluindo-se todos os outros problemas, continuassem apresnetando comportamento excessivamente desatento e hiperativo. Na maior parte das vezes é a escola precipitada, tentando se eximir da falta de estrutura pedagógica, jogando a responsabilidade para família e criança.
Belo texto, dá vontade de imprimir e distribuir!
Lu, eu sou psicóloga e trabalho com psicodiagnóstico infantil. Vou escrever isso pra vc e pra todo mundo que passar por aqui: ESCOLA NÃO DIAGNÓSTICA, ESCOLA NÃO DIAGNOSTICA.
Fujam dessas escolas!!! E que bom que vc fugiu e recuperou a auto-estima do seu filho. Bjs
Lu, muito legal vc ter escrito esse post, tive um problema parecido ano passado com meu mais velho, aí quando a professora saiu da escola e o problema sumiu e o perfil que ela descrevia desapareceu.Hoje em dia é assim mesmo, titulam toda criança de tdah, toda tristezinha é depressão, não entendo porque as pessoas que gostam de dar diagnóstico não cursaram medicina, acham que o dr google dá diploma? Parabéns pro Lorenzo por ter enfrentado tudo isso, não é fácil ser oprimido por prof, ah eu sei…
beijo querida
Quero seu telefone pra desabafar!
Olha, nem vou listar aqui o que eu tenho passado com a escola da minha filha, senão serei a louca-do-trabalho-que-chora-lendo-blog. Vou seguir a dica e procurar uma neuropsicóloga. Bjs e obrigada por compartilhar!
vivemos num mundo de enlatados… todos os bebês possuem refluxo, todas as crianças têm TDAH e por aí vai… muitos pais também usam esses artificios de muletas, ninguém mais quer a obrigação de ficar em cima do filho pra tomar a tabuada ou revisar as matérias… cada filho tem um ritmo. minha irmã mais velha terminou o colegial com muita luta, eu to finalizando a pós… e minha mãe varava noite corrigindo o caderno dela… é muito individual.
Parabéns pelo cuidado com seus filhos, você é uma mãezona
bjs
Fabiola
Lu, é bem por aí mesmo, qq coisa é TDAH, é mais fácil. Sem muita investigação, professores despreparados… Aff. Ainda bem que Lorenzo tem pais atentos e conhecem ele, para perceberem que se havia algum problema o problema era outro, nao o TDAH.
Lu, a escola que os guris estao agora é a mesma dos Lus, e eu adoro! Fotos em temas, super aberta a conversa, atentos a tudo, acompanham cada evolução de aluno, nao eh generalizado.
Gostava mt da Marista que eles estudaram ano passado, mas nem se compara.
Que bom que agora tudo entrou nos eixos.
Beijao
Que lindo acompanhar e saber o resultado final dessa história toda (tô aqui imaginando essa profe cuidando dos meus meninos especiais.)…é isso mesmo Lu, infelizmente nos deparamos com profissionais não capacitados. O nome disso é “falta de paciência” de ” comprometimento”. Em um outro post no face eu havia comentado da instituição e do seu método “tradicional” (que com meus autistas nao foi nada positivo); que seu depoimento sirva de estímulo para muitas mães que acham, que procurar um psicologo “psicopedagogo” é reconhecer que o filho tem problemas. ERRADO, é descobrir o que muitas vezes não paramos para encontrar neles…ainnn pelo menos o Bigu vai ter que ser meu aluno.kk
Lu, chorei aqui… sério. Eu que tenho filho na mesma idade fiquei aqui vivendo isso com você, imagino quanto sofrimento, quanta angústia…o gasto a gente dá um jeito né? Sabe que em parte, esse conceito é culpa dos próprios pais, sou farmacêutica e muitas vezes atendi mães que chegaram aos médicos sugerindo que os filhos eram hiperativos, porque se baseavam em coisas que leram, no que alguém disse. Chegavam com receitas controladas e muitas vezes eu via elas exibindo isso prá outras mães com um orgulho… orgulho de que meu Deus? Ou outras que sempre usam esse termo de uma forma banal, meu fiho é hiperativo, e então pergunto como diagnosticou, e ouço a temível resposta, ele não para quieto um minuto… não se concentra, gente… criança é assim, criança saudável principalmente. Não me cabe ouvir isso de mães como se fosse um troféu, olha… meu filho é hiperativo… afffffffff… E agora qualquer criança distraída ou malcriada, para alguns educadores despereparados então é TDAH. Acho que em grande a parte há um conceito equivocado dos pais, há um despreparo das escolas e professoras em grande parte e há muita negligência no tratamento quando os casos são reais. Hoje o tratamento não se basearia apenas em medicamentos, mas em tantas outras formas de se “chegar” à criança, assim como vcs fizeram, investigando, tratando com especialistas, que deveriam estar ao alcance de todos, mas prá muitos médicos e pais é mais cômodo deixar as crianças dopadas… é uma realidade triste, preocupante, ignorante na maioria das vezes. E vc tem razão, vaca é vaca, principalmente quando quer ser algo além do que lhe compete. E por isso, continuemos especialistas no que sabemos ser: divas cortadoras de papel. Te amuuuuuuuuuuuu e um salve para o Enzote fofo. E eu choro muito no banho, faz parte, da vida de gente grande e discreta, prá manter a sanidade ;o)
Beijos, beijos e mais beijos ♥
Tays Rocha Post RecenteScrap decor "Sol de Verão" – Mega Artesanal 2011
Lu,
eu imagino o que você passou, do início ao fim!
O bom é o gostinho doce ao final disso tudo e ter a alegria de ver tudo correndo nos trilhos.
As pessoas são loucas para rotular… de um lado mães querendo explicar os problemas dos filhos, do outro lado as escolas querendo se esquivar de problemas que prejudiquem o rendimento escolar/da turma ou o que quer que seja.
Admiro sua coragem em mudar de opinião, de escola de tudo e ir atrás do que era melhor para o seu filho!
A gente cresce e se reinventa a cada dia por conta deles ne?
beijo enorme e parabéns para o galego que está cada dia mais lindo!
Lele
Lele Post RecenteFrases da Isa
Quando eu falo que o Enzo é parecido com o Mateus…
Uma diretora também quis diagnosticar ele com TDAH.
Pior, ela me chamou pra conversar e ficava PEIDANDO. Gente???
Troquei ele de escola e nem disse o motivo.
BjoS!
Lú, tô aqui na cozinha chorando horrores com seu mega-post-desabafo-de-mãe. A pseudoprofessora achou mais fácil taxar a criança do que avaliar qual era o comportamento dela como profissional da educação. Parabéns pra sua família que batalhou por outras opiniões, que correu atras de um profissional que entendesse o que estava acontecendo e não aceitou algo que deram como ‘certo’. Não são todos os pais que fazem isso, alguns porque não podem ($$$), outros pq acham que profissionais que atuam em escolas sabem tudo e jamais erram.
Parabéns pro filhote que deu a volta por cima e encheu a mãe de orgulho!!!
Lindo texto! Linda história de superação… Aliás, foi só falar de superação que me veio a mente uma musica que eu não suporto, e que vivem cantando lá na igreja: “Quem te viu passar na prova/E não te ajudou/Quando ver você na benção
Vão se arrepender/Vai estar entre a plateia/E você no palco/Vai olhar e ver Jesus brilhando em você/Quem sabe no teu pensamento/Você vai dizer:’Meu Deus como vale a pena a gente ser fiel’/Na verdade a minha prova/Tinha um gosto amargo/Mas minha vitória hoje / Tem sabor de mel.”
Beijos e saboreie essa conquista ao máximo!!!!
Ana Santos Post RecenteSobre meu encontro com Roberto, emoções e futebol …
nossa me emocionei lendo seu post!! Vc está certissima viu!! E o Lorenzo está aí pra mostrar que é um menino de ouro!! bjkss