Relato de Peito

Postado por Lu Brasil Em 5 de maio de 2008

EVW_033 A campanha Mulheres em Rede me pediu pra fazer um post sobre aleitamento materno, passei uma semana batucando na minha cachola em como fazer isso de uma forma diferente, já que aqui não é um “blogpédia” e se alguém quiser um tratado completo sobre amamentação, basta jogar no google né?

Daí eu pensei, o que faria o meu post ser único e especial? Claro, a MINHA  relação com a amamentação, então senta (claro que já tá sentada) que lá vem a história.

A gente quando tá gravida é bombardeada com mensagens de aleitamento por todos os lados, é na TV, nos postos de saúde, o médico, aquela tia velha que nem filho teve…Só que ninguém fala pra gente o que fazer quando o seu plano de amamentar linda, penteada e magra, em uma cadeira de vime com estampas florais, um bebezinho corado que te suga gentilmente, cai por terra.

Com Lorenzo já começou meio errado, como nasceu de uma cesárea de urgência com 35 semanas, passou a primeira noite na UTI em observação, e lá, não sei porque cargas dágua, já que eu tinha leite e tava ali pertinho, deram NAN pra ele. De bucho completamente cheio menino passou as 48 horas seguintes sem pegar o peito, nem acordava pra mamar.

mamada2 Meu peito encheu, e começou a via crucis, liga pras amigas, pro médico, pra tia velha, e ninguém sabia ajudar, a pediatra mandou tomar plasil, e eu burra e desesperada de dor tomei, tive uma badtrip, parecia que tinha cheirado uma carreira de cocaína, queria ficar andando (toda costurada da cesárea) e me debatendo. O sufoco da dor no peito só passou depois que ele finalmente resolveu mamar. Aí foi a Glória néan? Não.

Aí o peito racha, e novamente lá vem as amigas, aquela tia velha e mais quatro comadres com 503 receitas infalíveis de como cicatrizar, mas que depois (e com o segundo filho) você descobre que é paliativo e só cicatriza mesmo com o tempo. E com a amamentação, que de nada adianta você “dar um tempo” pois quando voltar vai rachar de novo. E dói, e você amamenta chorando, e pensa 1000X “pra que isso tudo?”, por que não meter logo uma mamadeira salvadora e pronto?

 

Por isso que eu não quis ter mamadeiraem casa , eu sou fraca de convicções e altamente influenciável, e com dor é muito fácil ser maria-vai-com-as-outras, e afinal “seu tio de 40 anos foi alimentado sem leite matermo e nem morreu”. Com uma mamadeira ali a mão?

Aí passa esse perrengue, o bico cicatriza, e coisa anda bem, quase parecida com a amamentação na cadeira florida, a gente super se conhecendo, aquele olho-no-olho, tá, na maioria das vezes ele me olhava e eu lia uma revista, não dói, é fácil e muito menos trabalhoso do que preparar a mamadeira. Quando você acha que tá engrenando e vai amamentar pelos proximos 20 anos…lá vem a galera do contra.

“Ele só mama? por isso que é magrinho”

“Nossa como ele chora! Não é fome?”

“Acho que você tem pouco leite, ou é fraco, ou é ralo”

Gente isso na cabeça de uma mãe de primeira viagem é bomba, lá vem a culpa, será que “um capricho” meu está penalizando meu filho? Seria ele mesmo assim tão magrinho? Tá passando fome o coitado? Essas dúvidas dia após dia, essa falação, minaram minha autoconfiança, e eu parei de me achar capaz de alimentar meu pequeno. Fui no Dr Vovô de 15 em 15 dias e enquanto eu não saí de lá com uma receita de NAN eu não me dei por satisfeita.

Lembro até hoje que eu chorei comprando a mamadeira, me sentindo incapaz porque eu queria muito isso. Como eu fui boba. Como eu me deixar levar e perdi a minha autoridade de mãe.

Aí aos 4 meses ele tomou o NAN, primeiro como complemento, depois o meu peito passou a ser o complemento. Até que as mamadas foram reduzidas a ao dormir e ao acordar. E aos 8 meses ele me desmamou. E eu chorei e morri de saudade de amamentar e pegar no pezinho dele, de fazer cosquinha, de ele parar de repente, largar o bico dar um grunido feliz e abrir um sorrisão pra em seguida voltar a mamar, e de ter perdido a única coisa no mundo que só eu poderia fazer por ele. E ele parecia desnutrido assim?

ENZO1 fofaoberco2

E aí o tal “leite pouco, ralo e fraco” continuou a sair até eu engravidar novamente, e ele tinha 3 anos. Se era tão pouco porque não secou? Por que eu tinha que ordenhar, principalmente quando ele tava doente que enchia de gotejar?

Hoje isso me entristece, não pelo NAN, eu sempre digo que bendita seja a pessoa que pensou em fazer um leite pra ajudar quem realmente precisa, o que não era o meu caso,  ou por alguma razão decidiu não amamentar. E se eu arrasto alguma corrente (mas uma corrente Tifanys, fininha tá?) em relação a maternidade foi não ter acreditado em mim, no meu potencial enquanto vaca holandesa, de não ter confiado na natureza, e de ter esquecido que “Leite não se cria no peito, se cria na cabeça”. Tô tendo a chance de reescrever essa história, e com o Rico eu mereci ser uma “holandesa”, já que lutei pra ser uma.

Nota: Esse post diz respeito a MINHA experiência de amamentação e minhas próprias impressões e sentimentos em relação ao fato, errei com Enzo e me arrependo, não espero que ninguém se sinta frustrada como eu me senti, estou lutando pra acertar com o Rico e sim, me acho a mulher mais poderosa do mundo, MAS PARA MIM MESMA, se alguma leitora decidiu que não ia, ou realmente não pôde amamentar…cada uma com sua história. E todas somos mães especiais.

Agora o Mulheres na Rede, em parceria com o site Mammy to Be quer premiar você, acesse site Desabafo de Mãe, seção Perguntas e Respostas> Você é o Especialista e no tópico que eu criei (assim que ele aparecer)  faça sua pergunta sobre amamentação. A melhor pergunta, escolhida pela equipe dos Mulheres, ganhará uma linda camisa da Mammy to Be. Participe, tire suas dúvidas e aproveite pra concorrer.

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21 Comentários

  1. Chris disse:

    Oi Lu, é a primeira vez que comento aqui, mas não poderia deixar de falar como foi a amamentação do meu trio.
    Quando soube que seriam trigêmeos sabia que seria praticamente impossível amamentar a todos exclusivamente com o peito, além da quantidade que seria insuficiente, o tempo de amamentação seria integral….rsrs
    Meus filhos nasceram com 35 semanas, nos 25 dias que ficaram na UTI neo para aprender a mamar e ganhar mais peso, amamentei e tirei muito leite (davam o meu leite durante a madrugada), que ao passar dos dias foi ficando insuficiente para os 3, portanto tivemos que utilizar o NAN, assim sendo enquanto um mamava no peito os outros mamavam NAN e na próxima mamada acontecia revezamento….até chegar ao ponto de não quererem mais meu leite….ele passou a ser o complemento…rsrs
    Mas o tempo que amamentei foi ótimo, apesar dos bicos rachados, era um momento único, a muito tempo desejado, que durou pouco, mas que acabou sem stress, dar a mamadeira de NAN tb é muito prazeroso…não para o bolso….rsrs
    Beijos
    Chris
    mamãe do Pedro, Laura e Rafael - 2 anos

  2. Ciça disse:

    Fez melhor no segundo o que nao fará com o terceiro!

  3. simone e as meninas disse:

    Oi Lu. Gostie muito do seu post. Eu sou mãe de segunda viagem também já, aliás, minha baby mais nova já tá com 3a8m e a mais velha, 6a8m, mocinhas já. Eu sempre pensei que não gostaria de amamentar, já que ouvia sempre falarem mal da tal situação. Quando engravidei da minha primeira filha, nossa me senti o ser superior do universo, a melhor, a mais tudo mesmo, e claro, quis muito amamentar. Amamentei exclus até 6 meses, como manda o figurino e tal, nem água tomava, depois comidinhas, e foi assim até 1 ano. Como não tinha experiencia, era nova, sei lá, acabei desmamando ela nessa idade sem querer, por causa dos comentários do tipo: ai, tão grande e ainda no peito, credo! E caí nessa, desmamei antes do que desejava. Na segunda, nãod ei ouvidos, e lá se foram 2 anos nos peitos, sem nem tomar uma mamadeira sequer, rsss. Quando eu mesma decidi tirar, assim o fiz, sem traumas pra nenhuma das duas. Como vc não condeno quem não queira fazer isso, amamentar, mas se pedem minha opinião, digo sempre que sim, que vale muito á pena, que é ótimo, emagrece (pelo menos pra mim, e muito) e a criança agradece, rsss. Enfim, bom post. Bjs Simone e as meninas

  4. Gi disse:

    Realmente a maternidade é um estado que a mulher vai criando…….
    Fizeste eu me lembrar da quando minha filha nasceu. Apesar de ter lido muito em várias fontes, quando chega a hora a gente sempre peca em algo e se arrepende, faz parte da nossa construção enquanto mãe(com super ego punitivo).
    Não deveriamos nos culpar, só o ato de doar seu corpo para um outro ser habitar e se construir, independentemente de como o nosso vai ficar depois, já é um ato de amor sem legendas….
    Minha filha nasceu de 36 semanas e eu aguentei a gravidez até onde pude, era considerada de risco, fui tremendo p/ sala de operação, enfrentar a faca, não tinha outro jeito, mas em pensar na revonação que era o nascimento da Gabi, tava-me forças. Toda mãe é assim, capaz de se preterir ao filho.
    Essa nossa auto-cobrança-materna existe quando temos conciência que os filhos são nós melhorados, nós resistentes ao mundo…….
    Não se culpe Lú pelas coisas que vc ouviu, fez ou não fez. A construção dessa relação mãe-filho é feita dia-a-dia……Todo dia aprendemos, todo dia ensinamos……
    A parte peito da maternidade é sempre complicada mesmo, o meu sangrou eu gritava e tinham que me segurar, quando eu acostumei com a dor passou…..Até hoje minha filha mama, ela tem 2 anos eu tento desistimular, mas não tem jeito, ela mama quando eu chego cansada do trabalho….Não sei como fazê-la parar……Responda-me se puderes…
    E Feliz dia das MÃES para todas nós………..

  5. Helena disse:

    Lu, minha Isabela tem 2 meses e 1 semana e só mama no peito.
    Passei pela fase seio-rachado-com-dor-absurda, pela fase pouco-leite/leite-fraco, tomo plasil por precaução mas sei que a bichinha cresceu 10cm em 2 meses e pesa quase 7kg!!!
    AMO amamentar e não tem coisa que faça eu me sentir mais MÃE do que isso por enquanto!!
    Ela mamou desde os primeiros minutos de vida, depois do meu parto normal.
    LINDA de viver.

    bjao

  6. Aline disse:

    A Camila, por ter ficado 9 dias na UTI primeiro se alimentou por sonda depois chuquinha e só depois (apesar de estar la sempre) levaram ela pra mim, e claro ela não pegou. Ordenhava tentando pelo menos que ela se alimentasse do meu leite mais quase nada saía. Quando recebeu alta pensei: Agora quero ver essa danadinha achar mamadeira… nem tinha Nan em casa, ela chorava e nada de pegar… até que la pra madrugada (não deixaria tb com fome neh?) Marido correu atrás de leite. Ainda tentei algumas vezes e nada, até no peito de uma amiga com um filho da mesma idade dela e NADA.
    Ja com Davih ele veio pro peito logo que nasceu, senti muitas dores mas tb graças a minha mãe, resitir bravamente… até que em uma consulta em que ele ja com 27 dias ainda estava com o peso que nasceu, e so vivia agarrado no meu peito. A pediatra orientou que desse 3 mamadeiras por dia numa de realmente complementar ja que tinha leite e ele pegava direitinho. Assim foi feito, mas como eu saia muito com Camila pra fisio e outras coisitas algumas vezes dava mais de 3 mas continuou no peito até quando aos 7 meses resolvi desmamar. Moral da historia é que ele ainda hoje é um magrelinho MUITO saudável e forte, raramente gripa.
    Cada um com sua história.
    Bjus

  7. Lu… seu relato é muito parecido com o que eu vivi com a Bia. Aos tres meses a pediatra disse que ela não engordava o suficiente, que precisava estar dentro da curva, caso contrário ia comprometer o desenvolvimento neurológico. Entrei em pânico quando ouvi essa palavra e corri pra primeira farmácia comprar NAN. Hoje me arrependo. Sei que ela sempre vai ser magrinha, pq é o biotipo da menina, nem o NAN a fez engordar o quanto a pediatra queria.
    Espero ter coragem de partir pro segundo pra só então ser feliz de verdade nesse quesito.
    Costumo brincar com o marido que Bia não valeu (coitada!) não tive contrações, não pari normal e não amamentei até os dois anos… quero bis!!

    Beijos!

  8. Rafa e Agnes disse:

    Mana, tudo de bom… Assino embaixo, posso???
    Beijo Grande…

  9. Muito bonito o seu relato amiga!!! Não se culpe nao, a gente aprende assim mesmo, errando…Mas vc é uma maezona!!!! Por ter adotado não amamentei mas seria um sonho pra mim!!! Bjkas

  10. Geraldine, João Marcos e Lucas disse:

    Qdo estava grávida de JM entrava todos os dias no site do Origem, via as dicas, a questão do posicionamento do bebê… qdo ele nasceu, parecia que sempre tinha mamado, não tivemos maiores dificuldades. Meu peito rachou mas sarou com ele mamando mesmo, lembro que a gente ria demais porque ele engolia os cascões (eca!), rsrsrs. Então, ele mamou até 2 anos e 10 meses, eu já estava grávida de dois meses do Lucas mas minha querida sogra atazanava não só a mim mas tb a meu marido para que eu o desmamasse, considerando que a prática era abortiva. O interessante é que, após o primeiro dia em que ele não mamou uma única vez sequer, eu tive um sangramento. Fiquei louca, jogava na cara de todo mundo que eu deveria sim, continuar amamentando. E sofri bem mais que ele por cortar esse laço físico que nos unia. Com o Lucas, necas de problemas, tb mamou bem e logo que nasceu, tb ficou até o sexto mês em aleitamento materno exclusivo mas ele acorda muuuito á noite, mesmo aos 09 meses. A ped acha que é por causa do petcho. Well, se passei um ano e cinco meses esperando que JM dormisse a noite inteira, fico pensando que só mais 3 meses já tá bom pra mim, queria tanto que ele dormisse melhor. De qualquer modo eu ERA sim, daquelas xiitas que acreditava que mãe de verdade era aquela que dava peito mas aqui na net é que, conhecendo outras histórias, vim fazer parte do coro de que realmente, não é um peito que faz uma mãe. Beijos

  11. renata disse:

    Lu, fantastico seu relato. E vc disse uma grande verdade: precisamos acreditar mais em nós mesmas. Só que sendo mãe de primeira viagem é difícil, a gente está vivendo um momento muito delicado, dá muita insegurança mesmo. Agora ninguem merece esse povo sem noção que não se toca disso, né? Apoio de pediatras, obstetras e outros profissionais com bom senso e sensibilidade ajuda um pouco.
    Parabens pelas suas ocnquistas com o segundo pimpolho.
    Beijos
    Renata

  12. Ceila santos disse:

    pessoal, ganha camiseta quem fizer a melhor pergunta na seção O especialsita é você do site Desabafo de Mãe, onde a Lu brasil criou o tópico no link: http://www.desabafodemae.com.br/home.php?acao=perguntas&subact=especia lista&cod=148 Não adianta fazer a pergunta em outro lugar do site tá! Aguardo as perguntas e respostas pra gente fazer um verdadeiro fórum sobre amamentação entre mães, blz?

  13. Symone Bonfim disse:

    Lu,

    Adoro ler relatos verdadeiros sobre amamentação e outros temas relacionados à maternidade, que não descrevem lindas cenas sem nenhum obstáculo enfrentado ou como foi fácil cuidar do bebê, amamentar, cuidar dos outros filhos, do marido, administrar a casa, trabalhar, voltar a antiga forma em no máximo três meses (falar nisso, Angélica vai ser a capa da próxima edição da Boa Forma. Será que a foto é mesmo atual?) . Minha esxperiência com amamentação não foi, nas três vezes, exatamente como eu sonhei, pois desde um mês tive de complementar. È verdade que, no início, bate a frustração e a culpa de não ser perfeita mas, aos poucos, aprendo que o importante é valorizar o que é possível ter ou fazer. Quando amamento o Felipe (que hoje completa 4 meses), não fico me lamentando por não fazer aleitamento exclusivo. Ao contrário, curto cada momento que estou com meu fofinho, principalmente por que está é, realmente, a última chance que tenho para viver esse prazer, já que a fábrica foi definitivamente fechada (Dr. disse que não deu nó; cortou e fez maria chiquinha).
    Um beijo nos seus meninos lindos.

    Um abraço,

    Symone Bonfim

  14. Elianinha disse:

    Concordo. Amamentar está na cabeça! Depende de cada situação. Antes de João Pedro nascer li vários livros sobre o assunto que me foi recomendado. Amamentei 1 mês, completando com Nan. Por opção, parei de amamentar. Como disse minha médica na época, “vai doer o bolso (comprimido que seca) e ainda mais o coração.” Não me arrependo, pois meu leite não estava sendo suficiente, havia feito plástica (redução de mama) dois anos antes. Foi minha cabeça que não estava preparada. Minha sorte é que ele se adaptou ao Nan desde o início.O legal de sua história com amamentação é que você está sendo insistente. Mais lindo foi o ato de ir até o banco de leite. Isto é necessário para muitas lerem!!! Super beijos …

  15. Carla disse:

    É mana, pra algumas realmente não é fácil. O que as mães de primeira viajem devem saber, pelo menos para se confortar, é que nem pra todas é assim difícil.
    Pra mim foi td normal, meu peito não rachou, não doeu e nem ardeu. Minha filha mamou exclusivamente no peito até os 6 meses e amamentei até 1 ano e 7 meses. O desmame foi desmame natural, ou seja, a filhota mesma que largou.
    Acho que tu tens razão em falar que leite se cria na cabeça… pq provavelmente foi isso que aconteceu comigo, eu tava pronta e relaxada e embora tive que escutar tds essas besteiradas que tu tb escutou da galera do contra, eu fazia que não ouvia (ou formatava da minha memória)… acho que isso que me ajudou, e muito.
    Amamentar não é um bicho de sete cabeças… e a mulher tem que confiar em si mesma e não ficar escutando demais “a galera do contra”. E se mesmo assim a mãe não conseguir amamentar… relaxa, pq ser mãe mão é só amamentar no peito… é muito mais do que isso. E é melhor uma mamadeira dada com carinho, do que uma mamada no peito dada com reclamação.
    Bjs.

  16. Alessandra Fiorini disse:

    Bom, Lu, de PEITO eu POSSO falar. kkk!

    Eu amamentei meu Pedro até 1ano e meio. Ele já falava e pedia:”Quero dedê, mamãe”. Foi difícil no começo, sangrei e quase desisti, se não fosse minha mãe com sua delicadez habitual: “Pára de frescura, menina!”. Já o Mateus tentei, muito, muito. Tinha pouco leite. Bebia tanto líquido que quase me afoguei.

    Ele chorava como um condenado. Acho que nunca nenhuma criança chorou tanto como o Mateus. Dia e noite. E eu firmona lá: peito e peito, só. Hoje acho que ele tinha fome. E eu, achando que era igual há 10 anos atrás, nem congitei em dar complemento. E me arrependo.

    Então, acho que o correto é não ser 8 nem 80. Como vc falou, cada caso é único, e não só a mãe, o bebê e a época também!

    Eu acho que poderia ter sido menos radical com o Mateus e ter dado um nanzinho. Agora, se tivesse dado Nan para o Pedro, teria errado feio.

    Com isso, acho que cada mãe deve saber o que é melhor. E sabe? às vezes a mãe, a tia velha, a vó, podem contribuir com palpites corretos, como minha mãe que, numa bronca, fez o certo. O que vale, mesmo, é o bom senso.

    beijos!
    Ale Fiorini

  17. Loana disse:

    Muito bom saber que temos a “segunda chance” com o segundo filho!

    Bjos e boa semana!!!!

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  1. [...] todo tempo do outro lado da porta. E que essa provavelmente seria minha última barrigada (perdão filho imaginário, mamãe te ama) e que eu queria fazer isso por nós, até mais por mim, tipos pra eu me embevecer [...]

  2. [...] no que escrever, mas daí eu lembrei que já tem tanta gente boa escrevendo, e eu ja falei tanto disso aqui  e aqui também, que decidi fazer um fotopost, tipo uma retrospectiva desde a primeira mamada [...]

  3. [...] E, por falar em Lu Brasil, a campanha continua no blog dela, com o assunto amamentação, e você pode ganhar prêmios. Veja aqui como participar! [...]

  4. [...] 5, 2008 · No Comments Dúvidas são o que não faltam na hora de amamentar, apesar do volume exorbitante deinformações sobre tema.  Prova disso é o post Relato de Peito escrito pela Lu Brasil, uma das blogueiras da Mulheres na Rede. Ela é responsável pela ação que vai sortear essa camiseta de amamentação (foto) , doada pela Mammy to Be.   [...]

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