Fazenda do Bento
E finalmente, a Festa Fazendinha do Bento.
O Miss foi responsável por convite, montagem da festa, guloseimas personalizadas, bolo e cupcakes (sempre uma parceria com Tamara Rossi).
A Cliente queria tudo clean e rústico mas sem perder o ar fofo que pede uma festa de 1 aninho. Para as lembrancinhas montamos uma estante com Caixas imitando as de leite longavida cheias de tranqueiras e balinhas, para os adultos, deliciosas compotas de cupuaçu decoradas no tema. Ficou tudo tão lindo!
Encomendas: contato@missbrasilatelierdefestas.com
Festa Cinderela , os Convites
Para os convites da Festa da Ana Clara, em casa e na escola, seguimos o mesmo padrão, sacolinhas para jujubas em 3 padrões, bolinhas para a escola, listras para casa e azul com o Príncipe para os meninos convidados para as duas festas. Convites com Scallop e relevo e Tag em formato de livrinho, com nome do convidado.
Festa Cinderela–Lembrancinhas
A Ana Portilho fechou com a gente as lembrancinhas pra festa na escola e pra festa em casa. Uma caixa bem linda contendo guloseimas personalizadas, como o tema é bem feminino, fizemos 3 artes: Uma em listras pra festa em casa, uma em bolinhas pra festa na escola e uma com o príncipe, em azul, para os meninos convidados pras duas festas. Amor ne?
Escolhas não são pra sempre
Há 7 anos se você me dissesse que eu ficaria em casa sem maquiagem, sem salto, eu surtaria haha.
Até lembro que postei no finado Orkut a frase "sou uma mãe melhor pq trabalho fora", e na época eu era mesmo, era o meu momento, a consultoria com o marido crescendo, a gente fazendo planos, pena que o Lore que foi o "penalizado". Perdi muita coisa pois só chegava tarde, as vezes ele já tava até dormindo (e confesso que as vezes eu sofria mas as vezes eu estava tão cansada que agradecia a benção de poder tomar um banho e dormir, por favor, joguem apenas as pedras menores)
E de repente tudo foi mudando, a vida, as finanças, e a minha personalidade.
Agora, de novo em outra rede social da moda eu postei ontem:
“Olha, eu nasci pra isso de ser mãe, desculpa sociedade feminista, desculpa revista Você S/A, desculpa mãe.”
O meu momento atual é esse, de trabalhar de casa, de acompanhar os deveres, de poder parar tudo e ir apanhar manga pra Bigulino, de decorar com o Rico a fala pra peça da escola, de fazer lanchinhos pros amigos do Enzo no meio da tarde…
Tô fechando a loja, não é mais pra mim, sofri, chorei, fiquei a beira da depressão nesses 3 quase 4 meses em que almoçava sozinha, e juro, me sentia completamente desconectada deles quando chegava em casa, e pela primeira vez na vida tive ciúmes da babá (pra ver o nível da depressão haha) mas serviu pra me mostrar o que eu realmente quero nesse momento e o que está ME realizando (e que não me realizaria ha 6/7 anos).
Por essas razões eu não entendo quem abre a boca, Twitter, blog, facebook etc pra falar das escolhas dos outros. Realização é tão pessoal, quem sou, que não sei nem se a minha cabeça vai mudar daqui 3 dias, uma semana, 3 anos, pra dizer que Fulana não é realizada como mãe, porque trabalha fora, porque viaja a trabalho, porque alimenta a carreira? Se há alguns anos EU queria isso pra mim?
E pode reparar, quem mais abre a boca pra falar esse tipo de coisa é gente que não tem talento nenhum na vida “Oi, eu era empacotadeira nas casas Bahia e larguei tudo (defina tudo) pra cuidar do meu filho pois não vou terceiriza-lo”, oi nega, largar emprego de um salário é fácil, sorry. Estude, estude muito, dê tudo de si, suba degraus, chegue ao topo e largue tudo, aí sim eu faço uma estátua sua no meu jardim.
Cada um sabe de si, cada um sabe dos tropeços, das tristezas e alegrias de trabalhar fora, das tristezas e alegria de ficar em casa (tá, vai me dizer que você fica de vestido floral risonha e solícita o dia inteiro cuidando de filho?)
E daí eu penso no quanto a gente muda, quem sabe daqui uns anos eu não vou querer virar CEO de alguma empresa, Miss Universo ou sei lá, travesti?
Vencendo os medos
No final das féria de Julho fomos ao parque dos Igarapés.
Fazia muito tempo que não íamos lá, e tá tão bacana que deu até reiva lembrar que andamos meio mundo pra ir em Abaetetuba teno esse pequenito paraíso a 15 min de nossa casa, lesos.
Lá é um parque ecológico com pousada, restô e um enorme igarapé com fundo em pedra cariri, água deliciosa e clarinha, tudo de bom. Olha os minos.
Tá, você amiga dona de casa impaciente deve tá se perguntando “e cadê a superação?”, vem agora… calma.
Lorenzo tem PAVOR de altura (que nem eu), uma vez até ensaiou de ir na tirolesa lá no Tatoo Park, fez toda a capa, se paramentou todo, subiu e… desistiu chorando e todo envergonhado.
Quando eu vejo lá vem mino de novo querendo ir, nem dei bola, paguei e mandei o pai levar, só esperando a hora de consolar prla desistência pois o treco é muito muito mas muito mais alto e radical que no do Tatoo, botei as mão na minha cintura PP (oeee) e aguardei.
E não é que ele foi?
Começou até indo bem, e lá no meio do caminho se desequilibrou um pouco, veio ataque mas ele continuou, chorando mas continuou, meu coração quase explodindo pela boca e querendo asas pra ir lá tirar ele de cima (pequena fada eu), o troço balançando, ouvindo uns berros, galera embaixo gritando pra ele continuar…
No final chegou, cansado, suado, chorando meio magoado e ainda assustado mas TODO CHEIO DE SI por ter vencido o seu medo.
Ah Lore, me ensina?
O vídeo (contem aflição haha)
Adesivo lousa
Todos sabem que odeio/não sei/não nasci para fazer supermercado. Ai-que-coisa-maçante!
Aí dia desses, quando a geladeira tava fazendo eco e os minos já comendo barro, encarei uma ida ao Portugal (eu sou uma dona de casa européia), e olha o que eu achei lá, esse adesivoque é uma lousa, sim serve mesmo pra escrever (porem foi uma luta achar uma caixa de giz nesse mundo tecnológico de quadros brancos) e fica bem bacana, os minos adoraram, vira e mexe desenham, escrevem (e vira e mexem se acabam de rinite mas nem tudo é perfeito o importante é que ficou SHOW), ne? (concordem)
Caso você não queira bater perna, tem a venda aqui (não conheço o vendedor hein?) e esse modelo fofo (e mais barato) aqui
“É Claro Que Eu Amo Você… Agora Vá Para O Seu Quarto!"
Eu curto livros de educação de filhos, curto sim.
Parece meio careta, parece que “olha ela credita em receita de bolo pra criar filhos”, mas eu curto.
Assim, alguns eu leio e dou risada, porque as coisas escritas são tão fora da realidade (pelo menos da minha) que eu só posso rir e pensar “Deus me livre”, alguns amo de paixão e outros eu retiro o que acho de válido e esqueço resto.
O último que eu li foi :
É Claro Que Eu Amo Você… Agora Vá Para O Seu Quarto!"
Pais e mães sabem que amar os filhos é muito fácil. Difícil é educá-los. Mesmo tendo a presença de babás ou amigos, a tarefa é dos pais e é um grande desafio. Mas é possível amar as crianças incondicionalmente e ao mesmo tempo discipliná-las e estabelecer limites. Em "É Claro que Eu Amo Você… Agora vá para o seu quarto!", novo lançamento da Editora Fundamento, a psicóloga Diane Levy, que trabalha há mais de 40 anos como terapeuta, mostra que não importa de quanto tempo você dispõe para ficar com seus filhos.
No livro a autora da dicas de como descobrir em qual dos “Humores” de Hipócrates o seu filho se encaixa: Sanguíneo, Colérico, Melancólico ou Fleumático
- Os Sanguíneos querem que o mundo seja DIVERTIDO
- Os Coléricos querem ter o CONTROLE
- Os Melancólicos querem que o mundo seja PERFEITO
- Os Fleumáticos só querem PAZ
Você enquadrando o filho na personalidade que sentir que ele se encaixa ela dá diversas dicas de como agir, qual a necessidade de cada personalidade etc.
Mas o que me chamou mais atenção (e rendeu algumas risadas de amigos que não entendiam nada ao presenciar) foi a parte que ensina a agir como uma ”“Mãe Yequana
(ex, a criança parou de andar e ta dando piti na rua, você não pode carrega-la pois é pesada ou está com compras)
Na criação da “Mãe Yequana” é proibido
- Acusar – “quem mandou voce querer vir?”
- Criticar – “Você sempre dá ataque”
- Explicar – “Você é pesado demais”
- Fazer mini preleção – “Olha, eu acredito que você nao está sendo justo comigo querendo que eu carregue blablablaba…”
- Resolver o problema pra eles – “carregar”
- Mentir – “na próxima esquina eu te carrego”
- Ameaçar – “se nao andar vou te bater”
- Subornar – “qdo chegar em casa te dou sorvete”
A “Mãe Yequana” apenas oferece um sorriso
- Empatia: Pegar a criança e sentar ao lado dela (magina isso na rua kk) “oh meu amor esta cansado, que pena”
- Abraço pouco efusivo, ficar imóvel, sem qualquer comentário e esperar
Com isso o reservatório emocional da criança vai se reabastecendo, ele vai se impacientar com sua calma, querendo saber o que vem depois, e vai pedir pra andar pois não esta entendendo porque o cansaço dele nao está te matando e descabelando. O segredo está em esperar.
Óbvio que essa é apenas uma pequena parte do livro, mas o resto segue por este caminho, e eu coloquei em pratica, principalmente com Enrico, nosso menino da tempestade.
Ele vinha irritado, colérico (sim) e ao invés de falar qualquer coisa, explicar etc —> abraço pouco efusivo.
“Mãe o amigo do Lorenzo quer pegar o bonequinho blababla (batendo os pés) “ Oh meu amor (abraço pouco efusivo) que pena!”
O negócio é nao tomar o problema dele para mim e sim oferecer a empatia, mostrar a ele que você compreende os sentimentos, mas não ir lá arrancar o boneco da mão do outro.
Menino dando piti para o banho, para escola, para os deveres, para a lua, para o sol e a via lactea.
Empatia + abraço pouco efusivo.
E não é que deu certo? Enrico mudou da agua pro vinho, inclusive na escola onde era tímido e tinha poucos amigos, não gostava de participar e agora está comunicativo e tentando resolver seus problemas de raiva sem a mãe por perto se estressando e gritando junto. Valeu muito a pena a leitura.
Se eu acho que foi o livro que fez tudo mudar? Não. Mas se eu acho que o livro me ajudou a questionar muito o MEU comportamento frente a ataques e birra, muito.
Vou deixar aqui pra voces um trecho sobre a criação da ”“Mãe Yequana que curti e me fez pensar:
“A ”Mãe Yequana pega no colo o filho que corre para ela e depois continua com sua atividades. Ela não pergunta nem tenta descobrir qual o problema. Ela simplesmente aceita que a criança precisa de conforto, e , assim que o tiver, tudo estará resolvido e a vida seguirá seu curso, seu papel é CONFORTAR, o da criança é RESOLVER.”
Leia mais sobre as Mães Yequanas –> Mãe de 2
Festa Piratas do Caribe (ou não)
Lorenzo faz niver em 13/07, Bigu ja chegou pentelhando no dia 17/07, para alegria de nosso bolso e desespero de Lorenzo que nunca mais vai ter um niver solo. Chora!
E aí que os dois escolheram o tema “Piratas do Caribe” e eu chorei lágrimas de rum de desanimo pois acho feio, nao curto as cores e sou dominatrix da festa dos filhos, consegui convence-los a ser uma festa “inspired”, e daí nasceu a festa pirata:
Lorenzo Barbossa e Angelo Sparrow
O Convite:
Nas cores preto, branco, azul e vermelho, usei uma mesa cavalete só com uma passadeira em listras, pra ficar uma coisa rustica sem frufru, bem pirata bem trash, tá, parei.
Baú de Lembrancinhas, as lembrancinhas foram um kit com bandana e tapa olho
Chapéu de Parabéns
Os cupcakes, popcakes, pirulitos e demais doces mais uma vez foram de Tamara Rossi cake Designs, que foi tão fofa que fez 50 brigadeiros de soja pra Bigu comer .
A Familia se vestiu toda
O Parabens, acho que foi a festa que Bigu ficou mais animado,olha a cara dele!
Mais uma vez me realizei com essa festa.
Comprei as maluquices, embarquei, me vesti, e foi muito legal!
Acho que consegui fugir do Piratas do Caribe mas mesmo assim fazer a vontade deles, e sendo cute, que é o que eu amo.
Gostou?
Levanta a guarda!
Como Bigulino já é um bom ovíparo (mas veja bem, não curte comer ovo, so se tiver misturado na comida, acho que foi tanta recomendação que ele acabou ficando com medo, sei lá), liberamos um bocado de coisas delicias pra ele comer.
Bigu já come pãozinho de padaria, batata frita na rua etc etc
Ok, bora diminuir estes eteceteras porque neles que mora o perigo.
A gente vai achando que o menino ta quase normal, que a vida pode ser mais tranquila e daí, na sexta a noite demos pastel de carne do clube do conds, que segundo a dona do restô era leitefree, todos lanchamos, em família e talz… viemos pra casa , deitei com ele na rede, 10 min que ele dormia, bleeeeeee, vomitão.
E onde pegou o vômito foi desenhando um caminho empolado, todo vermelho e coçando, 2 minutos depois a voz estranha, o arfar, e todos os sintomas da asma alergica.
Daí dei os remédios e corri com ele pra urgência, pelado, molhado, enrolado na toalha e roupa na mão, eu, cosplay de Suellem, de legging e blusa curta, pagando xexecão e toda vomitada.
Poxa, mais cedo eu tinha caminhado haha, mas como eu não tava mais de tenis e sim de havaianas, só me faltava o cordaozinho na cintura e o salto acrílico (ah sim, e o cabelão e lindez ne?)
Alergia tem dessas coisas não dá pra viver montada pra não pagar mico haha.
Chegamos lá ele ja estava em melhor, nem precisou tomar a injeção de adrenalina pois entrei com os remédios na hora certa aqui em casa, so fez uma inalação enquanto ficava em observação, parava de arfar e as bolinhas sumiam.
E pelos olhares das mães dignas e vestidas com decoro, se alguém precisava de uma injeção, era eu, de SEMANCOL, na veia, jugular.
Postar e coçar é só começar?
Daí eu paro pra pensar meu Deus meu blog tá mesmo acabando?
Vi muitos blogs legais que foram morrendo assim, definhando lentamente, até acabarem de vez.
E aí dia desses eu comecei a ver uns posts antigos, e um foi puxando outro, e quando vi estávamos todos na frente do note, rindo, relembrando.
E eu me toquei que não posso tirar isso do Bigu, não pode acabar não.
Então vai virar diarinho, sabe? Aqueles “fulano acordou, chorou, foi a escola e etc”?
Não esperem grandes textos reflexivos (oi? Algum dia ja teve? Huhauhua).
Quem sabe a inspiração não volta.
Bigulino, 3
Eita menino doidinho, 3 anos!
Cê sabe né filho? Você não estava nos nossos planos.
Mas tava nos planos de Deus.
E como sempre, os planos de Deus são infinitamente mais perfeitos que os nossos, olhaí você. A gente nem sabia que a gente tava incompleto ainda.
Lindo, alegre, FELIZ. Se tem criança felizona é você.
A gente passou tanta coisa junto né filho? Tanto perrengue, preocupação, que parece que você já tá fazendo 15 anos e não 3.
Ontem a mamãe chorou, chorou muito (que nem ta chorando agora, mas só de lagriminha pois mamãe tá na loja e não pega bem).
Chorei de alegria que você “vingou”, cresceu, e chorei de dorzinha pois você é o último bebê da mamãe.
Nós mães somos assim, meio… esquisitas. Conseguimos viver lindamente num misto de amor e dor.
E quando fui te colocar pra nanar ontem, te embalando e cantando a musiquinha do Anjo que você gosta, me dei conta que era a última vez na vida que eu embalava um bebê de 2 anos. De agora em diante só molequinhos e rapazes nessa casa Brasil. Daí pra “piorar” o surto, passou na TV o comercial da P& G falando que a gente sempre vai enxergar vocês como bebês.
Saí do quarto chorando, já com aquela saudade de te ter pequeno e rechonchudo nos braços.
Seu pai rindo de mim, e seu irmão mais velho, Lorenzo, chorou junto, porque é um “João-mole” (seu irmão Rico nem ligou, desligadão da vida como sempre continuou comendo o bolo de chocolate dele pensando “em que familia lesa eu me criei”)
Essa é a familia que te ama, a familia que te coloca as vezes acima de todos (erradamente, mas quem manda no coração?) afinal voce tem uma alergia que te impede de comer coisas delicias fazer certas coisa, o mínimo que a gente pode fazer é te dar uma vantagem sobre os manos ne? Ixe.
Todos nós te amamos demais, nosso Bigu. E agradecemos muito, muito, muito por você ter vindo parar na nossa vida.
Caçulinha, paixão, Feliz aniversário.
A primeira viagem
Fizemos nossa primeira viagem em Família.
Primeira com a família completa ne? Tipo, todos os membros andando, já que das outras vezes (aqui e aqui) o Bigu tava onboard ainda.
Sim, demorou, demorou porque nós somos medrosos, demorou por conta da alergia de Bigu.
Não foi assim uma viaaaaaaagem, pois voltamos no mesmo dia, mas por kilometragem, difuculdade e transporte, foi sim haha.
Fomos em Arapiranga de Beja, conhecer a Pousada Rio Paraiso.
Começou na véspera, como nunca pegamos balsa e nunca fomos lá, decidi fazer Brownnies (receita aqui) e Pretzel (receita aqui) lactose free, pros meninos tomarem café na viagem, aliás café não que aqui nenhum toma café, levei um isoporzinho com suco de maracujá, iogurte, etc.
Saímos daqui de casa as 5 da manhã, e fomos para o Porto Arapari, onde a gente pega a balsa, que saiu as 6:30.
Os viajantes muito esperto e animados e…..
Os mais velhos ainda acordaram na balsa, mas Bigu….
Bigu dormiu a viagem toda, chegamos do outro lado do rio (1 hora de travessia), pegamos a estrada até Abaetetuba (60 km) , depois mais 20 km de estrada buraquenta pra chegar na pousada (Estrada que vai pra praia de Beja) e ele lá, dormindo de roncar, mesmo com o barulho dos outros dois e com a gente rindo porque nos perdemos (marido esqueceu o mapa em casa huahua), só acordou apos uma mega lombada não sinalizada que o Ga passou com diacho no couro e ele quase voa “MEU DEUS, ESTAMOS VIVOS AINDA” <3 <3
Chegamos lá, o lugar realmente é bacana, mas muito diferente do que diz no site, tudo limpinho, bem cuidado, ambiente super familiar, gostoso mesmo, mas não tem nada de trilha, nem passeio de cavalo e o banho no rio não é convidativo pois a agua é fria de gelar até o útero é perigoso. Apesar de marido dizer que não íamos ficar pra dormir na pousada, eu levei roupa pra dois dias, vai que… ne? E dai lá até ele perguntou se eu queria ficar mas eu desisti, o chalé é fofo mas imaginei o breu e o tédio que seria de noite com esses minos lá e nenhuma opção que não fosse piscina…
Pra tomar banho no rio com “segurança” tem que ficar nesse tablado aí, mas se cair dele, não da pé e tem correnteza ou seja, pirei de medo, ainda bem que era mais gelado que c* de pinguim e os minos nem quiseram ficar lá, ou seja, é muito caminho a percorrer só pra tomar um banho de piscina no meio mato (aqui no meu quintal tem isso e a qualquer momento eu volto e fico vendo minhas séries na sky em minha chaise hehe), mas foi legal, comida gostosa, atendimento cordial, só pecam em não ter nada, nem play, nem charrete pra uns pessainhos, nada. Foi pra gente começar a treinar pra viagens maiores, meus minos foram super companheiros, ninguém deu piti, todos comeram, não brigaram, não reclamaram (muito) e principalmente, Bigu não teve nada de asma e outras mazelas (ok, eu levei o inalador, confesso)
Olha as caras, lívidos de tanto frio
Se eras tão paraenses porque não tomas açaí e paras tudo pra dormir na rede, hein novela das seis?
Fomos até a praia de Beja, mas chegando lá descobrimos que tínhamos que andar, deixar o carro longe e os minos estavam dormindo etc, voltamos e pegamos estrada/balsa até voltar pra Ananindeua.
Eu fiquei muito feliz de poder sair como qualquer familia normal faz, e ter dado tudo certo com Bigulino.
Só sei que foi legal.
Só sei que foi assim.



